fim à regra de ouro do mercado - o da liberdade dos preços ;
sim ao regime dos preços máximos - como alternativa viável à estabilização dos preços.
A apDC - sociedade portuguesa de Direito do Consumo - apela ao GOVERNO para que intervenha de forma enérgica no mercado a fim de sustar os gravosos preços dos combustíveis sem rigoroso suporte nas flutuações cambiais e o dos cereais em que a especulação campeia sem plausível justificação de fundo.
As empresas que operam no mercado avantajam-se criminosamente à custa da crescente pobreza dos consumidores. Situação que determinará uma tomada de posição de intransigência e rigor perante os desvarios reinantes.
Os lucros obscenos que as petrolíferas auferem e a concomitante sujeição à pobreza de milhões impõe o recurso, no caso, aos preços máximos, por intervenção normativa e administrativa, a fim de se buscarem transitoriamente equilíbrios que inexistem de momento.
O poder repousa ainda no político. E a sujeição do económico é imperativo constitucional que se não pode postergar sob pena de uma catástrofe irrecuperável.
sim ao regime dos preços máximos - como alternativa viável à estabilização dos preços.
A apDC - sociedade portuguesa de Direito do Consumo - apela ao GOVERNO para que intervenha de forma enérgica no mercado a fim de sustar os gravosos preços dos combustíveis sem rigoroso suporte nas flutuações cambiais e o dos cereais em que a especulação campeia sem plausível justificação de fundo.
As empresas que operam no mercado avantajam-se criminosamente à custa da crescente pobreza dos consumidores. Situação que determinará uma tomada de posição de intransigência e rigor perante os desvarios reinantes.
Os lucros obscenos que as petrolíferas auferem e a concomitante sujeição à pobreza de milhões impõe o recurso, no caso, aos preços máximos, por intervenção normativa e administrativa, a fim de se buscarem transitoriamente equilíbrios que inexistem de momento.
O poder repousa ainda no político. E a sujeição do económico é imperativo constitucional que se não pode postergar sob pena de uma catástrofe irrecuperável.