terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Jornal Oficial de 31-12-2013
2013/809/UE
Decisão do Conselho, de
6 de dezembro de 2013, que estabelece a posição a adotar pela União
Europeia no âmbito do Nona Conferência Ministerial da Organização Mundial do
Comércio sobre a segurança alimentar, a gestão dos contingentes pautais e o
mecanismo de vigilância
Retificação da Diretiva
2009/48/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 18 de junho de 2009,
relativa à segurança dos brinquedos ( JO
L 170 de 30.6.2009)
Diário de 31-12-2013
Lei n.º 83-B/2013. D.R. n.º
253, Suplemento, Série I de 2013-12-31
Assembleia da República
Aprova as Grandes Opções do Plano para 2014
Lei n.º 83-C/2013. D.R. n.º 253, Suplemento, Série I de 2013-12-31
Lei n.º 83-C/2013. D.R. n.º 253, Suplemento, Série I de 2013-12-31
Assembleia da República
Orçamento do Estado para 2014
Região Autónoma da Madeira - Assembleia Legislativa Aprova o Orçamento da Região Autónoma da Madeira para 2014
“produtos-milagre: o embuste, as soluções…”
Acaba de sair no nº de Dezembro, do “Lordelo Jornal”, mais
um artigo do Senhor Prof. Mário Frota,
intitulado “produtos-milagre: o
embuste, as soluções…”
Novo Código da Estrada mais restritivo no álcool e liberal com bicicletas
Só são permitidos os chamados phones de um único auricular para
falar ao telemóvel. Condutores profissionais e recém-encartados com
limite de álcool de 0,19gr/l. Ciclistas sobem de estatuto e podem
circular aos pares e pela berma.
Mais controlo no abuso do álcool, mas mais liberdade para os
velocípedes. Mais específico nas regras de circulação nas rotundas, mas
menos restritivo no transporte de crianças. O novo Código da Estrada,
que entra em vigor a1 de Janeiro, penaliza quem abusar do álcool,
especialmente os encartados há menos de três anos e condutores
profissionais, e confere um novo estatuto aos utilizadores de bicicleta,
que deixam de estar ao mesmo nível dos veículos de tracção animal e dos
animais na questão da cedência de prioridade aos veículos a motor e
passam a estar equiparados aos automóveis. Ao todo, são 60 alterações. (...)
Seniors : mal dormir n'est pas une fatalité
À partir de 55 ans, les plaintes liées au sommeil
augmentent, pouvant donner l'impression qu'il est inévitable que la
qualité de nos nuits se dégrade avec l'âge. Or il n'en est rien, ont
rappelé fin novembre des gériatres du monde entier, lors du dernier
congrès annuel de la Société française de recherche et médecine du
sommeil. Les troubles du sommeil chez les seniors doivent au contraire
être pris très au sérieux, car une prise en charge réussie peut
considérablement améliorer la qualité de vie du patient. (...)
Mais de 270 mil multas prescreveram este ano
Mais de 270 mil multas de trânsito prescreveram este ano, correspondendo
a 20 por cento do total das contraordenações registadas em 2013,
segundo estimativas da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária
(ANSR).
"A ANSR teve no ano passado uma taxa de prescrição na ordem dos 24 por
cento e este ano baixamos, estamos na ordem dos 20 por cento. Nós
queremos reduzir no próximo ano para cerca de metade, para 10 por
cento", disse o presidente da ANSR, Jorge Jacob, em entrevista à agência
Lusa. (...)
REVISTA LUSO-BRASILEIRA DE DIREITO DE CONSUMO
Está já nos escaparates a REVISTA LUSO-BRASILEIRA DE DIREITO DO
CONSUMO, duodécima edição, com que se conclui o 3.º ano de
publicações.
A edição é temática: contempla a problemática dos SERVIÇOS PÚBLICOS
ESSENCIAIS, tão relevante em qualquer País, sumamente importante em Portugal e
no Brasil.
O leque de autores dos mais prestigiados.
A revista cumpre assim o seu magno objectivo - estreitar os elos
entre Portugal e o Brasil.
Retirados seis milhões de alimentos congelados por conterem pesticidas no Japão
Uma
investigação foi aberta no Japão depois de uma empresa nipónica ter
anunciado a retirada do mercado de 6,3 milhões de alimentos congelados
por conterem um pesticida, revelou hoje a agência Kyodo.
O processo de retirada dos produtos, em que se incluem croquetes e
pizas, iniciou-se no domingo, depois de a Aqlifoods, uma filial do
gigante dos congelados Maruha Nichiro, ter detetado a presença de um
fosfato orgânico utilizado como inseticida e antídoto contra piolhos.
O alarme soou em novembro após vários clientes se terem queixado do odor dos produtos.
A polícia suspeita que o pesticida possa ter sido misturado com a
comida de forma intencional, já que esta substância não é utilizada no
fabrico de congelados e as doses encontradas eram demasiado elevadas.
A maior concentração foi detetada num pacote de croquetes congelados,
vendidos em Tóquio, que continham uma dosagem 1,5 milhões superior ao
permitido, segundo revelou a Aqlifoods.
Até ao momento, foram detetados resíduos do pesticida em amostras de nove produtos diferentes.
Apesar de inicialmente se ter descartado que o conteúdo do fosfato
era muito prejudicial, a empresa de congelados reconheceu hoje, numa
conferência de imprensa, que uma pessoa com um peso de cerca de 60
quilogramas poderia intoxicar-se se comesse um terço de um croquete
contaminado.
Atualmente, não há qualquer indicação sobre uma pessoa que tenha ficado doente após ter consumido os produtos.
Jornal i, 31-12-2013
ACOP - TEMPO DE ANTENA
ACOP
TEMPO DE ANTENA
RTP/Canal 1
I
PARTE
PARTE
Saudações aos que
nos escutam.
Aos consumidores
de Portugal as nossas boas noites.
A ACOP – Associação de Consumidores de Portugal – é
uma instituição criada por consumidores. Ao serviço dos consumidores. Com a sua
sede nacional em Coimbra. E delegações num ou noutro ponto do território.
É uma associação de consumidores autêntica,
autónoma e genuína.
Não depende de quaisquer empresas. Nacionais ou
multinacionais. Como sucede por aí…
Há 20 anos que vem prestando inestimável serviço
aos consumidores.
Formando.
Informando.
Protegendo.
Formando nas Escolas.
Informando presencialmente ou à distância.
Protegendo através de uma criteriosa gestão das
reclamações que lhe são presentes por consumidores vítimas do mercado.
Protegendo por meio de mediação como da composição
directa dos interesses.
Protegendo através da assistência aos consumidores
nos tribunais arbitrais de conflitos de consumo.
As associações de consumidores, em Portugal,
contam-se pelos dedos de uma só mão.
Ainda assim Portugal não teve nem tem uma política
de consumidores. E já lá vão 32 anos desde que a primeira lei veio a lume…
Política que apoie as instituições e lhes garanta a
sobrevivência. Como é de lei. E como consta, aliás, de instrumentos internacionais.
Não é que se queira viver à custa do Estado, mas
porque é de lei.
E num Estado de Direito as leis justas devem ser
cumpridas.
E esta lei é uma lei justa.
O que diz a Lei de Defesa do Consumidor, logo no
n.º 1 do seu artigo 1.º?
“INCUMBE AO ESTADO,
ÀS REGIÕES AUTÓNOMAS E ÀS AUTARQUIAS LOCAIS PROTEGER O CONSUMIDOR,
DESIGNADAMENTE ATRAVÉS DO APOIO À CONSTITUIÇÃO E AO FUNCIONAMENTO DE
ASSOCIAÇÕES DE CONSUMIDORES”.
E O QUE FAZ O ESTADO A ISTO?
OUVIDOS DE MERCADOR...
A ACOP tem sido discriminada, apesar da sua folha
de serviços, pelo Fundo de Promoção dos Interesses dos Consumidores.
O Fundo não é constituído por dinheiros do
Orçamento do Estado, isto é, fruto das contribuições e impostos de cidadãos e
empresas.
O Fundo é constituído pelas cauções não reclamadas
pelos consumidores de serviços públicos.
Mas do Fundo do Consumidor saem dinheiros para
Universidades, associações que nada têm que ver com a defesa do consumidor, e
outras entidades.
Mas os projectos que a ACOP apresenta ou não
são contemplados ou são cortados de forma violenta.
Não há o direito!
O Estado está a matar as associações genuínas, onde
a voluntariedade e o Ideal preponderam.
O Estado está a castigar o esforço generoso de
cidadãos que nada recebem pelo seu trabalho e ainda põem, por vezes, dinheiro
do seu bolso (coisa que é cada vez mais difícil) para as actividades em que se
envolvem.
A ACOP – a fim de sobreviver a todas estas
dificuldades – está a lançar uma campanha: contra a sua vontade, mas por força
das necessidades.
Ou subsiste – resistindo - ou desaparece.
Mas para tanto carece do esforço conjugado de
todos.
UM SÓ EURO para que, em conjugado esforço, possa
superar esta crise dos 20 anos.
UM SÓ EURO!
Muitos poucos fazem muito!
Os que podem aos que precisam.
Portugal carece do esforço da ACOP.
Os consumidores portugueses e não portugueses
precisam da ACOP. Estamos seguros disso. Pelo trabalho que desenvolvemos.
Temos tido manifestações de solidariedade muito
comoventes. De pessoas que tiveram os seus problemas resolvidos pela ACOP. E
lhe estão eternamente gratas. E que, a despeito das suas dificuldades, abrem os
cordões à magra bolsa e dão 5, 10 euros... para além da quotização
normal.
A ACOP, contra o que, ao tempo, o Instituto do
Consumidor estranhamente impusera, tem associados que nada pagam por não terem
como. Tem associados isentos.
E cuida dos seus interesses de forma tão dedicada
como cuida dos interesses dos mais abonados.
UM SÓ EURO! Para que possa continuar a ser
luzeiro dos consumidores vítimas de um mercado pouco escrupuloso e impiedoso.
UM SÓ EURO!
A CIDADANIA agradece esse esforço e essa
solidariedade.
Os que podem aos que precisam!
A ACOP sobreviverá!
Felizes Festas a todos.
II
PARTE
Se o melhor do mundo são as crianças, como o proclamava Fernando Pessoa,
há que acautelar, nesta quadra, perigos e riscos envolvidos nos brinquedos.
Criança, como vimos alardeando, tem de rimar com segurança.
E brinquedo seguro com futuro.
Porque há brinquedos que ferem.
Porque há brinquedos que matam.
Porque há brinquedos menos inocentes que as crianças.
Daí as cautelas.
Já se esqueceram que o Diabo deu um tiro com a tranca de uma porta?
E que depois de casa arrombada, trancas à porta?
Lembram-se das centenas de milhares de brinquedos da Mattel que, porque
inseguros, foram recolhidos do mercado ainda não há muito tempo?
E dos milhares de brinquedos que continuam a ser recolhidos um pouco por
toda a parte, com realce para a vizinha Espanha, como nos dá a saber a
comunicação social?
Daí que o Prof. Mário Frota, co-fundador da ACOP, haja elaborado o
DECÁLOGO DO
BRINQUEDO SEGURO
E nele figuram os
OS DEZ MANDAMENTOS
DO FORNECEDOR
Ei-los:
“1.º Não enredarás crianças e jovens em MENSAGENS PUBLICITÁRIAS ENGANOSAS com o objectivo de
lhes venderes brinquedos a qualquer preço
2.º Preservarás a SAÚDE E SEGURANÇA DE CRIANÇAS E JOVENS, prevenindo riscos e perigos causados pelos brinquedos
3.º Cuidarás em particular de CRIANÇAS ATÉ AOS 36 MESES face à peculiar condição e à
hipervulnerabilidade da primeira infância
4.º Acautelarás os riscos inerentes ÀS PROPRIEDADES FÍSICAS E MECÂNICAS dos brinquedos, tal como as normas harmonizadas o impõem
5.º Terás em conta as regras sobre INFLAMABILIDADE dos brinquedos para evitar que
crianças e jovens se queimem quando inocentemente pegarem num desses objectos
para brincar
6.º Observarás com rigor as exigências técnicas
no que toca às PROPRIEDADES QUÍMICAS que os brinquedos sejam susceptíveis de
incorporar, evitando riscos e perigos desnecessários
7.º Cumprirás escrupulosamente as prescrições em
matéria de PROPRIEDADES ELÉCTRICAS para evitar descargas lesivas da integridade física de crianças e jovens
8.º Excluirás a RADIOACTIVIDADE dos brinquedos, impondo aos fabricantes a observância de todas as regras
a tal propósito estabelecidas
9.º Só aporás a declaração de conformidade CE, se tudo, absolutamente tudo, estiver em consonância com as exigentes
normas em vigor
10.º Farás acompanhar os brinquedos de MANUAIS DE
INSTRUÇÃO inteligíveis, em linguagem simples, acessível e
compreensível, destinados a todos os públicos.”
A ACOP, associação dos consumidores de Portugal, a todos augura uma
Quadra vivida em segurança:
. Segurança nas estradas
. Segurança nas iguarias de Natal e Ano Novo (nos géneros alimentícios
em geral, como no tradicional Bolo-Rei)
. Segurança nas decorações alusivas à Quadra
. Segurança portas-adentro, no conforto do lar para os que dele possam
fruir
. Segurança nos gestos, na atitude!
Segurança, em suma, nos brinquedos.
Para que Brinquedo não rime com medo.
E possa continuar a rimar com folguedo…
Nesta
Quadra ofereça segurança.
A segurança é um dos pilares da sociedade.
A segurança é um dos esteios da cidadania.
A segurança é pressuposto de uma cultura.
E a segurança começa em nós e nas exigências que nos propomos fazer a nós mesmos.
A segurança é o expoente da nossa própria cidadania.
A segurança é um dos pilares da sociedade.
A segurança é um dos esteios da cidadania.
A segurança é pressuposto de uma cultura.
E a segurança começa em nós e nas exigências que nos propomos fazer a nós mesmos.
A segurança é o expoente da nossa própria cidadania.
Felizes
Festas em Segurança!
Eis
os votos que a ACOP – Associação de Consumidores de Portugal - a todos
endereça!
Villa Cortez (Coimbra), Natal de 2013
Sofia Pitta Costa
Secretária-geral
da ACOP
Subscrever:
Mensagens (Atom)








