[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Commission unveils new plan to combat obesity


VÍDEO
(http://www.euractiv.com/video/commission-unveils-new-plan-comb-533160)

In its fight against obesity among school children, the European Commission launched a proposal on Thursday to strengthen the declining consumption of fruit and milk among young people.

Aimed at promoting healthier lifestyles, the new plan will bring together the EU's currently separate programmes on milk and fruit under a new single scheme.

 Called 'Eat well – feel good', the campaign hopes to address poor nutrition more effectively by reducing administrative burdens for national authorities, schools and suppliers.

“The enforcement of the program will be simpler because we will have only one set of rules requirements and reporting will be easier for the beneficiaries and suppliers to do this program for milk and fruits and vegetables in a single scheme. ” said EU commissioner for Agriculture and Rural Development Dacian Cioloș.

But participation in the programme will remain voluntary for EU member states and each country will be able to choose the products they wish to distribute.

The new scheme will have a budget of €230million per year.

“In terms of budget we remain with a neutral budget but with a reinforcement of the impact, in fact, for fruits and vegetables already in the reform of CAP, we increase the envelope from 90 million Euros per year to 150 million per year and for milk we do not have currently an envelope but the member states in totally use around 68 million Euro per year and we propose in this new scheme 80 million euro per year for milk scheme.” said EU commissioner for Agriculture and Rural Development Dacian Cioloș.

In 2010 the World Health Organisation estimated that around one in three children between six and nine in the EU are overweight.
 
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Conselho Europeu aprova Diretiva do Crédito Hipotecário

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O Conselho Europeu aprovou, no dia 28 de janeiro de 2014, a Diretiva do Crédito Hipotecário, a primeira diretiva europeia sobre contratos de crédito à habitação e outros créditos garantidos por hipoteca sobre bem imóvel.

A Diretiva do Crédito Hipotecário dirige-se aos contratos de crédito hipotecário celebrados com particulares e define um vasto conjunto de regras de conduta e deveres de informação a cumprir pelas instituições de crédito e pelos intermediários de crédito.

As práticas de comercialização prévias à celebração do contrato são reguladas através da definição de regras específicas sobre publicidade, informação pré-contratual, dever de assistência, aconselhamento e avaliação de solvabilidade, com o objetivo de promover a concessão responsável de crédito.

A diretiva define regras de cálculo da TAEG (taxa anual de encargos efetiva global), requisitos para créditos em moeda estrangeira e estabelece disposições relativas ao reembolso antecipado e a situações de incumprimento.

A diretiva define também um modelo de supervisão para os intermediários de contratos de crédito hipotecário, que prevê o registo e a autorização para o exercício da atividade com base no cumprimento de requisitos de idoneidade e capacidade técnica em matéria de contratos de crédito hipotecário.

A Diretiva do Crédito Hipotecário já tinha sido aprovada pelo Parlamento Europeu a 10 de dezembro de 2013 e resulta de uma proposta inicial apresentada pela Comissão Europeia em março de 2011.

Esta é a primeira iniciativa legislativa europeia dirigida ao mercado do crédito à habitação, reconhecidos os riscos que o funcionamento deste mercado pode gerar para a estabilidade financeira.

A diretiva terá de ser transposta para os ordenamentos jurídicos dos Estados-Membros da UE num prazo de dois anos a contar da sua publicação no Jornal Oficial da União Europeia.


Lisboa, 31 de janeiro de 2014

Brasileiros gastam quase meio bilhão de dólares para estudar fora

Economia
por: Gabriela Valente

  • Valor aumentou 763% em relação a 2009. Programas de bolsas crescem

Sem fronteiras. Samuel Russi, estudante de engenharia civil, no País de Gales: nas férias, aproveitou para “mochilar” pela Europa
Divulgação 

Sem fronteiras. Samuel Russi, estudante de engenharia civil, no País de Gales: nas férias, aproveitou para “mochilar” pela Europa
Foto: Divulgação
BRASÍLIA - No Natal do ano passado, a família paraibana Aires esteve toda reunida. Menos Olívia, que estava no Canadá. Aos 22 anos, a estudante de odontologia arrumou as malas e partiu para o exterior pela primeira vez. Foi cursar parte da graduação pelo programa federal Ciência sem Fronteiras. Ela ajudou a engrossar os gastos com educação fora do país, que crescem de forma exponencial a reboque dos incentivos governamentais e contribuem para o déficit nas contas externas. Em 2009, as despesas com estudo no exterior somavam US$ 49 milhões. No ano passado, passaram para US$ 423 milhões, uma alta de 763%.
(...)

Beber leite faz (mesmo) bem?




Os argumentos que aplaudem e contestam o consumo desta bebida
«É o alimento mais completo», «tem aminoácidos essenciais», «protege a saúde dos ossos».
Apesar das mais-valias do leite de que sempre ouvimos falar e do seu consumo diário ser recomendado pelos mais reputados organismos nacionais e internacionais, o tema não é consensual entre a comunidade científica, existindo uma corrente de nutricionistas que aponta riscos sobre o seu consumo. Fomos ouvir as duas posições, que nem sempre são coincidentes.

Doses recomendadas
«A generalidade da população deve consumir duas porções, com exceção de crianças e adolescentes, que necessitam de três porções». A recomendação consta da roda dos alimentos e refere-se aos laticínios, um grupo que deve representar 18 por cento dos alimentos ingeridos por dia. A posição é concordante com a da British Nutrition Foundation (BNF), do Reino Unido, e semelhante às Dietary Guidelines dos Estados Unidos da América.

Uma questão de cálcio
O aporte de cálcio está na raiz destas recomendações. A dose diária de referência (DDR) indicada pela National Academy of Sciences, nos EUA, é de 1000 mg para pessoas dos 19 aos 50 anos e de 1200 mg para pessoas a partir dos 51 anos, valores referência para a generalidade dos países ocidentais. No entanto, segundo a Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard (HSPH)  «estas recomendações são baseadas em estudos de muito curto prazo e, provavelmente, são superiores ao que as pessoas realmente precisam».

Saúde polémica
«Alcançar 1200 mg por dia, normalmente requer beber dois a três copos de leite por dia – ou tomar suplementos de cálcio – para além de ter uma dieta globalmente saudável», argumenta a HSPH. No entanto, «atualmente não há boas evidências de que consumir mais do que uma dose de leite por dia, além de uma dieta equilibrada (que tipicamente fornece cerca de 300 mg de cálcio de fontes que não são laticínios) reduzirá o risco de fratura óssea».
A HSPH sugere também possíveis efeitos indesejados. «Devido a preocupações não resolvidas sobre o risco de cancro do ovário e da próstata, pode ser prudente evitar ingestões diárias de laticínios superiores a essa», sublinha este organismo.

Opiniões divididas
«A ingestão de leite materno é muito importante nos primeiros meses de vida. Já o de outros mamíferos não é essencial para crianças nem para adultos, pois com uma dieta omnívora variada é possível ingerir todos os nutrientes essenciais que o leite aporta», afirma Alexandre Azevedo, nutricionista, que não recomenda este alimento aos seus pacientes «por existirem melhores alternativas sem potenciais riscos».
A sua opinião contrasta com a do nutricionista Nuno Borges, da Associação Portuguesa de Nutricionistas.
Segundo este, «o leite é um alimento importante na infância devido à sua riqueza em nutrientes fundamentais ao desenvolvimento e crescimento» e «indispensável a uma alimentação saudável ao longo da vida, pelo que deve ser integrado na alimentação, de acordo com as recomendações da roda dos alimentos».

Os trunfos do leite
A posição de dois especialistas em nutrição, com base em dados científicos, sobre os principais nutrientes deste alimento.

- Vitaminas e mineirais
«É um excelente fornecedor de minerais como o cálcio, o fósforo, o potássio e o ferro e as vitaminas a e d, no caso do leite fortificado com esta vitamina», defende Nuno Borges. «Na típica dieta ocidental (pouco saudável) é a principal fonte de cálcio e contribui significativamente para o aporte de fósforo, potássio, magnésio e vitamina B1. É uma fonte importante de vitamina D nos Estados Unidos, onde é fortificado com este nutriente», refere Alexandre Azevedo.

- Proteínas
Na opinião de Nuno Borges,  o leite «é um alimento portador de proteínas de elevado valor biológico em quantidades significativas. As proteínas do leite fornecem todos os aminoácidos essenciais, que o nosso organismo não tem capacidade de sintetizar, pelo que depende da ingestão alimentar para os obter. Também o queijo, o iogurte, o ovo, o peixe e a carne as fornecem». Já na perspetiva de Alexandre Azevedo, o leite «contém uma quantidade moderada de proteínas de alto valor biológico, o que apenas é relevante numa dieta isenta de peixe, carne ou ovos. As proteínas do leite contêm todos os aminoácidos essenciais, mas os ovos, a carne e o peixe também os contêm e em maior quantidade que o leite».

- Cálcio
«O cálcio existente no leite tem uma boa probabilidade de ser absorvido com sucesso no intestino, sendo o leite de bovino um dos alimentos cujo cálcio tem melhor biodisponibilidade. A absorção de cálcio depende de outros atores, como a ingestão de vitamina D, a exposição solar que promova a sua síntese ou a ingestão, em simultâneo com o cálcio, de compostos existentes nos alimentos de origem vegetal», defende Nuno Borges.
Já Alexandre Azevedo tem outra perspetiva sobre este aspeto. «Existem alimentos de origem vegetal, como couves e brócolos, que têm uma elevada taxa de absorção intestinal de cálcio, que até supera a dos lácteos. Uma elevada ingestão de proteína (quer animal, quer vegetal) incrementa a produção de ácidos, o que aumenta a excreção urinária de cálcio. Quando se junta a fontes de proteína (como carne, peixe, ovos, lácteos e cereais) quantidades generosas de hortaliças, fruta e tubérculos, mantém-se um adequado balanço de cálcio», refere.

Prós e contras do leite na saúde
- Dentes
«O consumo diário de leite, nas quantidades recomendadas, poderá contribuir para a prevenção de doenças ósseas, como a osteoporose, existindo também estudos científicos que mostram uma relação com a prevenção de cáries dentárias, quando combinado com uma boa higiene oral, da hipertensão arterial e da diabetes mellitus tipo 2», refere Nuno Borges, nutricionista e membro da direção da Associação Portuguesa de Nutricionistas.
- Sono
Segundo Nuno Borges, «está também demonstrado que a quantidade de triptofano presente no leite permite melhorar a qualidade do sono».
- Cancro
Segundo Alexandre Azevedo, nutricionista, «devido ao seu teor em cálcio, o leite parece diminuir o risco de cancro do cólon». Paralelamente, «a evidência epidemiológica» «aponta de forma consistente para uma relação entre a ingestão de leite e a incidência de cancro da próstata, ovários e testículos.»
- Acne
«Existem pelo menos quatro estudos epidemiológicos a encontrar relação entre leite e acne», refere Alexandre Azevedo. A causa poderá estar no «facto de o leite aumentar as concentrações de IGF-1», uma hormona de crescimento que também «conduz a uma maturação sexual mais prematura e aumenta o crescimento vertical», acrescenta.
- Doenças autoimunes
Em pessoas geneticamente predispostas e quando outros fatores estão presentes, como défice de vitamina D, «existem proteínas no leite que podem despoletar doenças autoimunes». No caso de pessoas com doença autoimune ou alergia às proteínas do leite, o nutricionista defende a eliminação dos laticínios.
- Diabetes
«Existem estudos epidemiológicos que associam a ingestão de laticínios (em especial magros) a menor incidência de diabetes tipo 2 e síndrome metabólica, mas existem outros a não revelar associação e outros a mostrar o contrário», argumenta Alexandre Azevedo. Segundo o especialista, «o único estudo de intervenção dietética (em crianças) a analisar o efeito isolado do leite na sensibilidade à insulina revelou que o aumento da ingestão deste alimento provocou resistência à insulina».
No entanto, «aumentar a insulina recorrendo a um alimento rico em proteína logo após o exercício com pesos aumenta a massa magra e acelera a recuperação muscular», salvaguarda. Em caso de resistência à insulina e síndrome metabólica, o nutricionista recomenda a substituição do leite por queijos com baixo teor de lactose.
- Intolerância à lactose
Muitos adultos não produzem a enzima (lactase) necessária para digerir a lactose, açúcar do leite. A solução pode passar por ingerir leite sem lactose, queijos com baixo teor de lactose ou leite fermentado (kefir ou iogurte).

Doses de laticínios recomendadas
As indicações da Roda dos Alimentos sobre o consumo diário de leite e seus derivados indicam que as crianças e adolescentes devem consumir três porções, enquanto que as outras pessoas devem beber apenas duas porções.
Uma porção equivale a uma chávena almoçadeira de leite (250 ml) ou a  um iogurte líquido ou 1,5 iogurtes sólidos ou a duas fatias finas de queijo ou a  ¼ de queijo fresco (50 g) ou a  ½ requeijão (100 g).

Beber leite = a ossos (mais) fortes?
- O que dizem os adeptos do sim
«Por ser rico em cálcio e fósforo, fundamentais ao desenvolvimento e manutenção do osso, é um bom aliado na prevenção de problemas ósseos, como a osteoporose. Para se assegurar um bom funcionamento do osso, necessitamos paralelamente de um correto aporte de vitamina D, obtida através de alimentos como o peixe gordo ou o leite fortificado com vitamina D, mas sobretudo através da síntese desta vitamina após exposição solar» , explica Nuno Borges.
- O que dizem os defensores do talvez
«Apesar de o cálcio ser um dos vários nutrientes necessários para uma adequada saúde óssea, tem sido o único grande foco nutricional na prevenção da osteoporose. Existem estudos de intervenção de curto prazo a demonstrar que o leite pode aumentar a densidade mineral óssea. No entanto, diversos estudos prospetivos de longo prazo e
meta-análises recentes não encontraram relação entre ingestão de leite e a prevenção de fraturas osteoporóticas», defende Alexandre Azevedo.

Texto: Rita Miguel com Nuno Borges (nutricionista e membro da direção da Associação Portuguesa de Nutricionistas) e Alexandre Azevedo (nutricionista)

A responsabilidade editorial desta informação é da revista


In “Sapo Saúde”

Amil é condenada a fornecer remédio contra câncer


Economia

Defesa do Consumidor

por: Andrea Freitas

  • Se houver indicação médica, operadora não poderá negar cobertura do medicamento Faslodex
  • Cada dose custa em média R$ 3 mil
  • Decisão é uma resposta a ação civil pública do MP do Estado de São Paulo

Radiologista observa exame de paciente com câncer de mama. Faslodex terá de ser fornecido pela Amil
Ana Branco 

Radiologista observa exame de paciente com câncer de mama. Faslodex terá de ser fornecido pela Amil
Foto: Ana Branco
RIO - A Amil foi condenada esta semana a fornecer a todos os seus clientes o medicamento Faslodex, utilizado no tratamento do câncer. A decisão liminar foi tomada pelo juiz Sergio da Costa Leite, da 33ª Vara Cível de São Paulo, na segunda-feira, em resposta a uma ação coletiva do Ministério Público do Estado de São Paulo após a operadora se negar a custear o medicamento para uma de suas clientes que lutava contra um câncer de mama e que acabou morrendo. A liminar obriga a Amil a custear o medicamento mesmo que os contratos firmados prevejam sua exclusão.

(...)

Adoption of EU payment laws passed on to next Parliament





31.January.2014




Time has run out for the current European Parliament to adopt the updated Payment Services Directive, the Assembly's chief spokesperson confirmed during a public debate in Brussels on Wednesday (29 January). EurActiv Italy reports.

Spokesman Jaume Duch Guillot said the directive and related regulation on interchange fees, which are currently under discussion in the Parliament's economic and monetary affairs committee, will be passed on to the next Parliament.

(...)
EurActiv Italy

‘Marketing’ bajo sospecha

Economía


por: José María Cubillo
26.MAY.2013
 OPINIÓN

El ‘marketing’ ha ayudado a que las empresas maquillen su responsabilidad social

El 'marketing' debe satisfacer las necesidades de las personas.
Andrey Prokhorov (Getty Images)

Qué piensa nuestro cliente cuando rompemos nuestras promesas? ¿Qué piensa cuando jugamos con sus expectativas y sus ilusiones? Se siente defraudado, decepcionado, estafado. Deja de creer en nosotros y le queda un amargo sabor a engaño.

“El marketing está siempre como bajo sospecha…”. Con esta expresión mostraba hace poco, en privado, un periodista el sentimiento, más o menos extendido, hacia esta disciplina.

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sábado, 1 de fevereiro de 2014

Jornal Oficial de 1-2-2014



Regulamento de Execução (UE) n.o 88/2014 da Comissão, de 31 de janeiro de 2014, que especifica um procedimento de alteração do anexo I do Regulamento (UE) n.o 528/2012 do Parlamento Europeu e do Conselho relativo à disponibilização no mercado e à utilização de produtos biocidas (1)
Regulamento de Execução (UE) n.o 89/2014 da Comissão, de 31 de janeiro de 2014, que aprova a utilização da substância ativa bis(N-ciclo-hexildiazeniodioxi)cobre (Cu-HDO) em produtos biocidas do tipo 8 (1)
Regulamento de Execução (UE) n.o 90/2014 da Comissão, de 31 de janeiro de 2014, que aprova a utilização da substância ativa ácido decanoico em produtos biocidas dos tipos 4, 18 e 19 (1)
Regulamento de Execução (UE) n.o 91/2014 da Comissão, de 31 de janeiro de 2014, que aprova a utilização da substância ativa S-metoprena em produtos biocidas do tipo 18 (1)
Regulamento de Execução (UE) n.o 92/2014 da Comissão, de 31 de janeiro de 2014, que aprova a utilização da substância ativa zinebe em produtos biocidas do tipo 21 (1)
Regulamento de Execução (UE) n.o 93/2014 da Comissão, de 31 de janeiro de 2014, que aprova a utilização da substância ativa ácido octanoico em produtos biocidas dos tipos 4 e 18 (1)
Regulamento de Execução (UE) n.o 94/2014 da Comissão, de 31 de janeiro de 2014, que aprova a utilização da substância ativa iodo, incluindo a polivinilpirrolidona-iodo, em produtos biocidas dos tipos 1, 3, 4 e 22 (1)