[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

segunda-feira, 3 de março de 2014

China se compra el mundo


Economía

03/03/2014

Economía

Las empresas del gigante asiático buscan tener acceso a tecnología, prestigio y métodos de gestión

El grupo chino Dongfeng ha entrado en Peugeot-Citroën como uno de sus principales accionistas
pablo m. díez
 
 
La entrada del grupo estatal chino Dongfeng como uno de los principales accionistas de la francesa PSA Peugeot-Citroën, anunciada la semana pasada, marca un nuevo hito en la salida al extranjero de las grandes empresas del gigante asiático. Un proceso que comenzó hace diez años y que no ha parado de crecer al mismo ritmo que la economía china.

A finales de 2004, una entonces poco conocida Lenovo sorprendía a todo el mundo al adquirir la división de ordenadores personales de una firma estadounidense tan emblemática como IBM. El acuerdo no solo le dio a Lenovo amplio reconocimiento internacional y acceso a una tecnología más avanzada, sino que marcó el camino a seguir para otras empresas chinas. Cerrando el círculo, la propia Lenovo firmó en enero una operación similar al comprarle por 2.120 millones de euros la división de móviles de Motorola a Google, que 2012 había pagado 9.100 millones de euros por toda la compañía y, sobre todo, por sus preciadas patentes, que seguirá conservando en su mayoría.
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Carta Europeia da Água


A Carta Europeia da Água surge no sentido de dar resposta a um dos grandes problemas que atualmente preocupam a Humanidade: a necessidade de água doce face ao aumento das populações, contaminação dos recursos hídricos e alterações climáticas. Esta preocupação levou o Conselho da Europa a proclamar, no dia 6 de maio de 1968, em Estrasburgo, a designada Carta Europeia da Água. Esta assenta em 12 pontos.
Sendo o Terra conhecida como o planeta Azul, que as águas dos oceanos cobrem mais de 70% da sua superfície, e também porque desempenham um papel primordial na sobrevivência de praticamente todas as espécies existentes, a Carta Europeia da Água procura combater os principais problemas associados a sua utilização. Esta carta foi proclamada pelo Conselho da Europa no dia 6 de maio de 1968, em Estrasburgo, e assenta em 12 pontos:

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Bancos contornam taxas de cobrança em cartões


por: D.R.
3.Março.2014
Diário da Crise

pedro nunes/lusa
Governador Carlos Costa quer ver a lei alterada

Regulador atento a comissões dos cartões de crédito.

O Banco de Portugal diz que há bancos a cobrar taxas em cartões e linhas de crédito acima do limite legal. As instituições de crédito estão a aproveitar uma brecha na lei, que o regulador quer corrigir, para ultrapassar os limites da usura calculados pelo BdP.

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Atrapados en una red de ‘swaps’ y ‘puts’

País Vasco
por: Pedro Gorospe - Bilbao
 3.MAR.2014

Centenares de pymes sufren en sus resultados las consecuencias de contratar productos financieros de riesgo que suscribieron pensando que eran seguros

 
Ainhoa Intxaurrandieta, presidenta del Consorcio de Residuos de Gipuzkoa, y su director general, Antton Lete, cuando presentaron en mayo de 2013 la denuncia contra dos bancos y una consultora por los créditos 'swap' para financiar la incineradora de Zubieta. 
 Javier Hernández

Puede resultar bastante decepcionante que en un país como Euskadi los swaps —contratos de permuta financiera— y los puts —derechos de venta de bienes o valores— no se hayan vasquizado hasta el punto de referenciarse, por ejemplo, a una final del Manomanista o al número de alzadas de un harrijasotzaile con la piedra de 280 kilos.

No se ha hecho quizás porque el tiempo y la crisis se les ha echado encima a los laboratorios de ingeniería financiera, pero casi. Entre 2005 y 2010 se han dado miles de casos de empresas, en su mayoría pymes, y alguna que otra Administración pública, que compraban productos financieros bajo la apariencia de seguros para cubrirse de las eventuales subidas del euríbor o proteger sus inversiones, pero que en el fondo estaban firmando apuestas similares a las que hacen los asiduos a los frontones y entregando derechos de compra o venta de bienes y acciones sin conocer sus riesgos.
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ASAE reforça fiscalização nos saldos e detecta mais de 100 infracções



Período oficial de vendas com preços mais reduzidos terminou sexta-feira. Comércio continuou a sentir quebras no negócio
Na recta final da época de saldos, havia pouco artigos em promoção
Enric Vives Rubio 
A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) detectou 110 infracções durante os saldos de inverno, num ano em que a fiscalização ao comércio foi reforçada. De acordo com dados oficiais fornecidos ao PÚBLICO, no total foram analisados 740 operadores económicos desde o arranque da época oficial (28 de Dezembro), que terminou sexta-feira. Comparando com 2013, o número de empresas analisadas mais do que duplicou.

No ano passado, foram fiscalizados 363 operadores e detectadas 62 infracções. O tipo de transgressões cometidas com mais frequência não sofreu alterações. Inclui desde o desrespeito das regras do anúncio de venda com redução de preços, problemas com a afixação de preços, falta da declaração da liquidação ou incumprimentos das normas para a venda de produtos com defeito.

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Amianto nas escolas tira sono aos pais


por: Débora Carvalho
3.Março.2014
Seixal: escola básica 2,3 Paulo da Gama

Mariline Alves
Escola com mais de 40 anos tem placas de fibrocimento degradadas

 Encarregados de educação estão preocupados e ponderam transferir os filhos.

Os pais dos alunos da Escola Básica 2,3 Paulo da Gama, na Amora (Seixal), estão preocupados com a presença de placas de fibrocimento, que contém amianto (uma substância cancerígena), por toda a escola. Há encarregados de educação que ponderam mesmo mudar os filhos de estabelecimento de ensino no próximo ano.
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MENDES BOTA CONTRA DESACORDO ORTOGRÁFICO



Declaração de voto do Deputado Mendes Bota a propósito da votação dos Projectos de Resolução nºs 890/XII/3ª (Ribeiro e Castro e outros) que “recomenda ao Governo a criação urgente de um Grupo de Trabalho sobre a Aplicação do Acordo Ortográfico”), 965/XII/3ª (PCP) que “recomenda a criação do Instituto Português da Língua, a renegociação das bases e termos do Acordo Ortográfico ou a desvinculação de Portugal desse Acordo) e 966/XII/3ª (BE) que “recomenda a revisão do Acordo Ortográfico”
Plenário da Assembleia da República, 28 de Fevereiro de 2014

TENHO 24 ANOS DE ACTIVIDADE PARLAMENTAR – E HOJE, É PROVAVELMENTE O DIA MAIS TRISTE DESSE PERCURSO, EM QUE SENTI À EVIDÊNCIA A IMPOTÊNCIA DO DEPUTADO INDIVIDUALMENTE CONSIDERADO.

ESTA FOI UMA OPORTUNIDADE PERDIDA PARA COLOCAR UM TRAVÃO, UMA SUSPENSÃO PARA PENSAR, NUM  PROCESSO QUE ESTÁ A CONDUZIR À DESTRUIÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA, E A SEMEAR O CAOS ORTOGRÁFICO JUNTO DO POVO PORTUGUÊS.

ESTE É UM PROCESSO EIVADO DE INCONSTITUCIONALIDADES ORGÂNICAS E FORMAIS.
HOUVE UM PRESSUPOSTO QUE NÃO SE VERIFICOU: AO CONTRÁRIO DO QUE SE JULGAVA, ESTE ACORDO NÃO UNIFICA  ORTOGRAFICAMENTE A LÍNGUA PORTUGUESA, ANTES PELO CONTRÁRIO. A QUESTÃO DAS CONSOANTES MUDAS, A QUESTÃO DOS HÍFENS, O CRITÉRIO DAS FACULTATIVIDADES, O CRITÉRIO DA PRONÚNCIA, E A FORMA COMO FUNCIONAM OS INSTRUMENTOS DO VOP E DO LINCE, DESTROEM PELA BASE O PRESSUPOSTO INICIAL. DESUNIFICA-SE EM VEZ DE UNIR.

POLITICAMENTE, PORTUGAL CORRE O RISCO ABSURDO DE CHEGAR AO INÍCIO DE 2016 E SER O ÚNICO PAÍS A APLICAR OBRIGATORIAMENTE UMA ORTOGRAFIA QUE NEM SEQUER ERA A SUA.

ESTE É UM ACORDO FEITO À MARGEM DOS POVOS A QUE SE DESTINA, QUE NÃO FOI PEDIDO, NEM É DESEJADO, SEJA EM DILI, EM LUANDA, EM LISBOA OU EM S.PAULO.

NEM É NECESSÁRIO. A LÍNGUA INGLESA TEM 20 VARIANTES, E NUNCA PRECISOU DE UM TRATADO. TAMPOUCO O FRANCÊS, QUE TEM 15 VARIANTES. COMO DISSE ADRIANO MOREIRA: “A LÍNGUA NÃO OBEDECE AOS TRATADOS. NÃO SE DÃO ORDENS À LÍNGUA”.
FIZ TUDO O QUE ESTAVA AO MEU ALCANCE PARA QUE O MEU GRUPO PARLAMENTAR TIVESSE UMA POSIÇÃO DIFERENTE, PROPUS UM PROJECTO DE RESOLUÇÃO CLARAMENTE NO SENTIDO DA SUSPENSÃO DA APLICAÇÃO DO ACORDO ORTOGRÁFICO, MAS A DECISÃO FOI OUTRA – TENHO QUE RESPEITAR ESTA DECISÃO, MAS ESSE RESPEITO NÃO ME OBRIGA AO SILÊNCIO, ESTOU NUM PARTIDO DEMOCRÁTICO.

SEGUIU-SE EM PORTUGAL A ESTRATÉGIA DO FACTO CONSUMADO – PERDÃO! EU DISSE “FACTO”? ERRADO! É A ESTRATÉGIA DO “FATO” CONSUMADO, POIS TENHO UM “LINCE” ÀS COSTAS, QUAL PATRULHEIRO DAS PALAVRAS, QUE NÃO ME DEIXA FALAR EM BOM PORTUGUÊS.

A SOLUÇÃO HOJE AQUI APROVADA É O MÍNIMO DOS MÍNIMOS DOS MÍNIMOS, É UMA SOLUÇÃO FRACA, NÃO VINCULATIVA, E QUE NADA FARÁ PARA INVERTER O RUMO TRAÇADO POR ESTE ESTRANHO CONSENSO POLÍTICO RENDIDO ÀS CONVENIÊNCIAS ECONÓMICAS, DIPLOMÁTICAS E OPERACIONAIS.

UM DEPUTADO DO PARTIDO SOCIALISTA FEZ HÁ DIAS CIRCULAR UM EMAIL ACUSANDO-ME DE ESTAR EQUIVOCADO. SOU UM SER HUMANO, E ADMITO QUE TAMBÉM ERRO, E TAMBÉM ME EQUIVOCO.

MAS, QUANDO OLHO À MINHA VOLTA, E VEJO TANTAS PERSONALIDADES DA VIDA LITERÁRIA, CULTURAL, POLÍTICA, COM AS QUAIS PARTILHO A MESMA OPINIÃO, DE REJEIÇÃO DA APLICAÇÃO DESTE ACORDO ORTOGRÁFICO:

LOBO ANTUNES E AGUSTINA; ANTÓNIO BARRETO; PAULO RANGEL E FRANCISCO ASSIS;

MANUEL ALEGRE E BARBOSA DE MELO; ADRIANO MOREIRA E FREITAS DO AMARAL;
MARIA TERESA HORTA E JOSÉ MANUEL MENDES; MIGUEL SOUSA TAVARES E VASCO GRAÇA MOURA; PACHECO PEREIRA E NUNO MELO.

E IMENSOS LINGUISTAS COMO:

ANTÓNIO EMILIANO OU MARIA REGINA ROCHA;

E OS IMENSOS MILHARES DE SUBSCRITORES DA PETIÇÃO QUE HOJE VEIO À TONA DO DEBATE PARLAMENTAR, NÃO CREIO ESTAR EQUIVOCADO NA REJEIÇÃO DESTE ACORDO ORTOGRÁFICO. MAS, SE ESTIVER, ESTOU MUITO BEM ACOMPANHADO.

400 clients assignent au civil BNP Paribas Personal Finance

Par Danièle Guinot
Ces particuliers ayant souscrit un emprunt en francs suisses réclament 40 millions de dommages et intérêts.
En 2008-2009, pour financer l'achat d'un bien immobilier locatif, dans le cadre du dispositif Scellier, des particuliers ont souscrit un prêt en devise helvétique remboursable en euros. 
Crédits photo : Edouard BRIDE/PHOTOPQR/VOIX DU NORD
En 2008-2009, pour financer l'achat d'un bien immobilier locatif, dans le cadre du dispositif Scellier, des particuliers ont souscrit un prêt en devise helvétique remboursable en euros.
Les souscripteurs d'un prêt immobilier en francs suisses ne désarment pas. Ce lundi, 400 d'entre eux déposent une plainte collective auprès du tribunal de grande instance de Paris contre BNP Paribas Personal Finance, la filiale de la première banque de France, qui leur a vendu ces crédits, mais aussi contre 250 conseillers en gestion de patrimoine et 150 notaires! Une procédure au civil, exceptionnelle par son ampleur. Leurs avocats réclament 40 millions d'euros de dommages et intérêts!

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Primeira "Iniciativa dos Cidadãos Europeus" debate água no PE

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“La capacidad de un Gobierno para controlar la economía es limitada”

Economía
por: Amanda Mars - Madrid
 3.MAR.2014
KENNETH ARROW / Nobel de Economía

El Nobel de Economía Kenneth Arrow, padre del teorema de la imposibilidad, cree que “el buen pronóstico no es el que dice si lloverá, es el que dice las probabilidades”


Keneeth Arrow, Nobel de Economía, en Madrid 
luis sevillano
La primera y más dura crisis que vivió Kenneth J. Arrow (Nueva York, 1921) fue la Gran Depresión. Tenía ocho años. Al que muchos años después, en 1972, recibiría el Nobel de Economía se le grabaron en la memoria las colas de gente esperando una ración de comida. La Gran Recesión, apunta, ha sido la más dura desde entonces, pero aun así no ha llegado a temer consecuencias tan dolorosas como aquellas. Pero siempre hay cosas que escapan al control de cualquier previsión. En la II Guerra Mundial, cuando sirvió en el departamento de las previsiones meteorológicas, advirtió de que muchas de ellas no estaban bien, pero los superiores las reclamaban igualmente. Es algo que, de algún modo, este viejo catedrático de Stanford ha comprobado a lo largo de su trayectoria. Todo el mundo necesita pronósticos, escenarios en la economía. Arrow, padre del teorema de la imposibilidad —esta dice, grosso modo, que las reglas para la toma de decisiones sociales o políticas no obedecen estrictamente al criterio de racionalidad— preside el jurado del Premio BBVA Fronteras del Conocimiento en la categoría de Economía, que hace dos semanas se falló en Madrid.

Pregunta. Durante la II Guerra Mundial, cuando trabajaba en los servicios meteorológicos, vio lo mal que funcionaban los pronósticos. En la economía ha visto algo parecido. ¿Un buen pronóstico es el que acierta? ¿O el que parte de un buen análisis?

Respuesta. Lo que vi entonces es que los pronósticos tenían muy poco poder de predicción. Pero todo el mundo necesita unas previsiones: en el Ejército hacían falta para decidir si volaban los aviones y en la economía las necesitan los empresarios y los Gobiernos. Otra cosa sería decir qué es lo que se entiende por una buena previsión: en meteorología un buen pronóstico no es decir si va a llover o no, sino la probabilidad de que llueva. Esto no es tan obvio como parece. Algo así tenemos que buscar con temas como el empleo o la producción, las probabilidades. En la economía veo que hay poca dedicación a la valoración de los pronósticos, a observar lo bien o mal que han funcionado. En el Ejército, en cambio, se dedicaba un gran esfuerzo en echar la vista atrás y comprobar qué tal habían funcionado las previsiones.

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¿Será posible volar a EE.UU. por 10 euros?


Economía

28/02/2014

Economía

El presidente de Ryanair ha vuelto a insistir en que ofrecerá tarifas de menos de 15 euros para viajar desde Europa a Nueva York o Boston

Un cartel de Ryanair en el aeropuerto de Bruselas
afp
 
Por 1o euros la ida y 7,30 la vuelta será posible volar en un futuro no tan lejano desde Europa a Estados Unidos. Al menos así lo asegura el consejero delegado de Ryanair, Michael O'Leary, que ante la federación hotelera irlandesa ha vuelto a insistir en esta vieja idea con la que lleva años coqueteando.

En su visita al Salón Aeronáutico de Le Bourget el pasado junio reveló su intención de lanzar rutas transatlánticas a 10 euros el trayecto, un plan que baraja desde la firma del acuerdo de cielos abiertos entre la Unión Europea y EE.UU. en 2007. Entonces aseguraba que su idea se haría realidad a medio plazo. Hoy reconoce que el proceso de compra de los aviones necesarios para las nuevas rutas puede alargarse «hasta cinco años». Eso sí, se pondrían en marcha «solo seis meses después de la adquisición de los aviones», según O'Leary.
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sábado, 1 de março de 2014

Jornal Oficial de 1-3-2014



2014/112/UE
Decisão de Execução da Comissão, de 27 de fevereiro de 2014, que concede uma derrogação, a pedido da Irlanda, ao abrigo da Diretiva 91/676/CEE do Conselho relativa à proteção das águas contra a poluição causada por nitratos de origem agrícola [notificada com o número C(2014) 1194]