[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

segunda-feira, 31 de março de 2014

São Roque ganha “ranking de reclamações” do Procon com consulta livre



da assessoria de imprensa da prefeitura de São Roque
28/3/2014 - São Roque - SP

 Tendo em vista que o mês de março é o mês do consumidor, é com imensa satisfação, que informamos que o Procon Municipal de São Roque foi integrado ao "Ranking Online Estadual" da Fundação Procon-SP.

O referido ranking é uma importante ferramenta de consulta que poderá ser visualizada no link de acesso disposto no site da Prefeitura, permitindo assim o acompanhamento em tempo real, do comportamento das empresas no mercado de consumo, do número de atendimentos e principais problemas registrados, bem como o índice de solução desses problemas, proporcionando o empoderamento do consumidor no exercício de seu direito de escolha no mercado consumerista, além de mais transparência ao trabalho desenvolvido por este órgão a nível municipal.

Importante salientar que o Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor – SINDEC é um sistema informatizado que reúne em rede as bases de dados de diversos Procons, o que traz vantagens para os Órgãos de Defesa do Consumidor, bem como para os próprios consumidores, sendo que tal sistema estabelece a base necessária para elaboração dos cadastros de reclamações fundamentadas previstos no Código de Defesa do Consumidor.

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Consumidor gasta mais em loja virtual do que física, mostra Itaú Unibanco

Santos, 31 de março de 2014
 
por Agência Estado
29.Março.2014

 ECONOMIA

As compras realizadas por meio de dispositivos móveis, celulares ou tablets, alcançaram índice de 4,8% em dezembro de 2013

 
O tíquete de gasto dos consumidores no mundo on line é duas vezes maior que o registrado em lojas físicas, de acordo com estudo no setor de cartões feito pelo Itaú Unibanco. A série, que voltou a ser divulgada nesta semana pelo banco, analisa o comportamento do consumo com plásticos e que nesta edição trouxe como foco os desafios e tendências em relação aos meios de pagamentos eletrônicos. A periodicidade do estudo, porém, ainda não foi definida, segundo o banco.

As compras realizadas por meio de dispositivos móveis, celulares ou tablets, alcançaram índice de 4,8% em dezembro de 2013, conforme o estudo do Itaú. Em janeiro do ano passado, estava em 2,5%. A expansão é motivada, conforme a instituição, principalmente, pelo comércio eletrônico e também a penetração maior das pequenas e médias empresas.

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La lutte contre l'évasion fiscale pourrait financer l'éducation dans les pays du Sud


(Credit: [Monkey Business Images/Shutterstock])

Un nouveau rapport de l’UNESCO suggère que le financement de l’éducation doit passer par une évolution des pratiques fiscales dans les pays en voie de développement. La luttre contre l'évasion fiscale doit être un des piliers de la réforme.

Le financement de l’éducation dans les pays pauvres ou en développement doit passer par l’augmentation des recettes fiscales selon un nouveau rapport de l’UNESCO.

Si les gouvernements de 67 pays à revenu faible et intermédiaire augmentaient légèrement leur effort fiscal  et consacraient un cinquième de celui-ci à l’éducation, 153 milliards de dollars pourraient être débloqué et dédiés à l’éducation en 2015, d’après le rapport de l’UNESCO.

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Les cartes bancaires professionnelles dans le viseur du Parlement européen



Les artisans pourraient être affectés par la modification de la directive sur les services de paiement

La modification de la directive service de paiement prévoit de plafonner les commissions interbancaires pour toutes les cartes de paiements. Elle sera soumise à un vote en session plénière le 3 avril.

Les commissions d’interchange, ces frais payés entre banques, de la banque du commerçant à la banque de l’acheteur à l’occasion d’une transaction, continuent de faire parler d’elles.

Fin février, la commission ECON (économique et monétaire) du Parlement européen a en effet adopté un texte prévoyant de plafonner ces commissions, à des taux de 0,2 % et 0,3 % du montant, selon les types de cartes (débit ou crédit).
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La Cour européenne autorise à bloquer les sites de téléchargement illégaux



Online copyrights [Shutterstock]
Online copyrights [Shutterstock]

Selon le dernier arrêt de la Cour de Justice de l'Union Européenne, les fournisseurs d'accès à Internet peuvent bloquer les sites qui proposent des téléchargements illégaux.

« Un fournisseur d’accès à Internet peut se voir ordonner de bloquer à ses clients l’accès à un site web qui porte atteinte au droit d’auteur », peut-on lire dans un communiqué de presse de la Cour de justice de l’Union européenne en réponse à un renvoi préjudiciel de la Cour suprême autrichienne.

Deux entreprises qui détiennent des droits de films ont saisi la Cour suprême autrichienne en vue d’interdire l’accès à un site où certaines de leurs œuvres, dont ils détenaient les droits, étaient téléchargeables gratuitement.
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Consumidores compulsivos


por: Luiza Mylena
Diário da Manhã
 30/03/2014

Pesquisa da CDL mostra o perfil do consumidor em fevereiro de 2014. Mais de 59% dos goianienses compram sem necessidade


Dados levantados pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Goiânia (CDL), sobre endividamento mostram que os goianienses gastam mais do que ganham. Ainda assim, eles preferem comprar a vista com dinheiro, e são atraídos pelos descontos para irem às compras.

A pesquisa da CDL, feita em fevereiro deste ano revela hábitos de consumo de pessoas em diferentes locais da grande Goiânia. A abordagem teve, em sua maioria as mulheres, com 66,4% entrevistas, e os principais compradores têm entre 21 e 30 anos, totalizando 40,7%. Os entrevistados têm renda familiar diversa, grande parte (31,7%) recebe até dois salários mínimos, enquanto o restante recebe 3 ou mais salários.
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Direitos e deveres do consumidor de seguros


Com o apoio da CNseg, seminário em Porto Alegre (RS) reúne corretores, seguradoras e representantes de órgãos de defesa do consumidor
 
Criado no ano de 1990, o Código de Defesa do Consumidor é considerado uma das maiores conquistas do consumidor e um divisor de águas na relação entre clientes e fornecedores. Vinte e quatro anos se passaram, mas ainda há o que melhorar, principalmente na clareza de contratos, mais informações sobre os produtos e serviços e agilidade na resolução de conflitos.
 
No mercado de seguros, um dos principais focos tem sido chegar ao consumidor de forma mais transparente e com uma linguagem mais clara no lugar do ‘segurês’, como também estar mais próximo aos órgãos de defesa do consumidor, já que muitas vezes há erros de interpretação dos contratos por falta de conhecimento dos juristas.
 
Foi com esse objetivo que ontem, 27 de março, foi realizado em Porto Alegre (RS) o 2º Seminário Direitos e Deveres do Consumidor de Seguros, na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), uma iniciativa do Instituto Nacional de Educação do Consumidor e do Cidadão (INEC) e da Revista Consumidor, em parceria com a CNseg.
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Consumidor tem prazo para buscar produto em conserto


Relação de consumo

O tema tratado nesse artigo é de bastante relevância, já que não há previsão específica no Código de Defesa do Consumidor.

Quem nunca deixou um produto na assistência técnica por muitos dias, pois “esqueceu” de buscá-lo? Muitos também já passaram pela situação de ter ido buscar o produto e o estabelecimento informar que já vendeu o bem, ou mesmo querer cobrar pelo tempo que o produto ficou sob sua guarda e responsabilidade?

Pois bem. O consumidor tem prazo para poder buscar o produto na assistência técnica, a contar da data do reparo.

O Código de Defesa do Consumidor não prevê data para o consumidor retirar o produto da assistência técnica, após o efetivo reparo.

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Operação retira bombas de postos de combustíveis da Capital


Encaminhado por Leda Carolina de Faleiros Costa/PROCON/WEBGOVSP/BR em 28/03/2014 

Assunto: Operação retira bombas de postos de combustíveis da Capital




Quatro postos de combustíveis tiveram suas bombas retiradas nos últimos dias por operação realizada pela Secretaria da Fazenda em parceria com a Fundação Procon-SP e Agência Nacional do Petróleo e apoio das polícias Civil e Militar.

Os Postos Auto Posto Cataratas Ltda, Posto de Serviço Continental Ltda, Auto Posto Parque Alves de Lima Ltda e Auto Posto Valo Velho Ltda funcionavam irregularmente pois tiveram suas inscrições estaduais cassadas e as bombas de abastecimento lacradas anteriormente por comercialização de combustível adulterado.

A retirada das bombas de combustíveis é uma medida extrema, porém efetiva, que protege os consumidores, garante a livre concorrência, combate a sonegação e a lavagem de dinheiro por impedir que o estabelecimento funcione sem a devida autorização.

Operação de olho na bomba

A legislação estadual prevê a cassação da inscrição estadual de postos, distribuidoras e transportadores flagrados com combustível fora das especificações, além de multas da Secretaria da Fazenda, por sonegação fiscal, e do Procon-SP, por lesão ao Código de Defesa do Consumidor, e abertura de inquérito policial para apuração de eventual crime.

Segundo a Lei do Perdimento, o combustível apreendido, após análise laboratorial que confirme a adulteração, pode ser incorporado ao patrimônio do Estado, após o seu reprocessamento, que devolverá todas as propriedades originais ao etanol e gasolina adulterados.

Em 2013 foram 154 postos fiscalizados, 24 autuados, 20 interditados e 116.882 litros apreendidos.

O consumidor que tiver dúvidas ou quiser fazer uma reclamação, pode procurar o Procon de sua cidade ou um dos canais de atendimento da Fundação:


Fundação Procon-SP
Assessoria de Comunicação

Lenovo comunica recall de baterias de notebooks


Por problema de superaquecimento


Encaminhado por Leda Carolina de Faleiros Costa/PROCON/WEBGOVSP/BR em 28/03/2014

Assunto: Recall baterias Lenovo


Procon-SP orienta sobre os direitos do consumidor

A Lenovo Tecnologia do Brasil convocou, nesta sexta-feira, 28/3, os proprietários de baterias englobadas nos modelos/lotes 42T4695 e 42T4834, fabricadas de 27 de agosto a 21 de setembro de 2010, vendidas com computadores portáteis modelo ThinkPad X201(fabricados entre 24 de setembro de 2010 e 18 de março de 2011), a entrarem em contato com a empresa para efetuar a troca do produto.

No comunicado a empresa informa ter detectado risco de superaquecimento dessas baterias com possibilidade de explosão. O computador deve ser desligado imediatamente e sua bateria retirada, mas o consumidor pode continuar a usar-lo sem a bateria, conectando o adaptador AC e o cabo de alimentação.

A empresa disponibiliza o telefone 0800 701 4815, de segunda a sexta-feira das 9h às 18h e o site www.lenovo.com.br para mais informações e agendamento da substituição.
O Procon-SP orienta os consumidores sobre seus direitos e acompanha atentamente convocações desse tipo, como procedimento incorporado à sua dinâmica de trabalho. A empresa deverá apresentar os esclarecimentos que se fizerem necessários, conforme determina o Código de Defesa do Consumidor, inclusive com informações claras e precisas sobre os riscos para o consumidor.
O que diz a lei
O Código de Defesa do Consumidor, em seu artigo 10, estabelece que:O fornecedor não poderá colocar no mercado de consumo produto ou serviço que sabe ou deveria saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade à saúde ou segurança.

§ O fornecedor de produtos e serviços que, posteriormente à sua introdução no mercado de consumo, tiver conhecimento da periculosidade que apresentem, deverá comunicar o fato imediatamente às autoridades competentes e aos consumidores, mediante anúncios publicitários".

Os consumidores que passaram por algum acidente causado pelo defeito apontado poderão solicitar, por meio do Judiciário, reparação por danos morais e patrimoniais, eventualmente sofridos.

Caso o consumidor encontre dificuldade em efetuar os devidos reparos (falta de peças, demora na conclusão dos serviços, etc.) poderá procurar a Fundação Procon-SP nos canais de atendimento: O consumidor que tiver dúvidas ou quiser fazer uma reclamação, pode procurar o Procon de sua cidade ou um dos canais de atendimento da Fundação:

28/3/2014

Fundação Procon-SP
Assessoria de Comunicação

Niño pobre en un país rico



 PLANETA FUTURO

 

por: Alejandra Agudo
 28.MAR.2014 

VIDA&ARTES »

Faltan políticas para proteger a la infancia y la educación es clave

“Ser pobre no es tener hambre ni dejar de ir a la escuela, sino falta de libros y mala alimentación”, dice Marta Arias, de Unicef

Una familia que fue denunciada en 2008, en una vivienda de alquiler social.
Santi Burgos

Siete veces se mencionó la palabra infancia, en 17 ocasiones se dijo niño, y ninguna niña, en los dos días que se prolongó el debate del Estado de la Nación celebrado el pasado febrero. Siempre en referencia a la situación de pobreza que aumenta en este colectivo de la sociedad. El primero en sacar el tema fue el socialista Alfredo Pérez Rubalcaba; y Rosa Díez, de UPyD, fue la que más tiempo dedicó a denunciar este problema en la tribuna del Congreso, que se resume en una cifra: más de dos millones y medio de menores viven en hogares por debajo del umbral de la pobreza relativa, es decir, con menos de 14.784 euros para dos adultos y dos hijos (308 euros al mes por miembro de la familia), según datos de Unicef y Save the Children en base a las estadísticas del INE.

El dato coloca a España a la cabeza en pobreza infantil en la Unión Europea, solo por detrás de Rumanía, según datos de Eurostat de 2013 recogidos en un informe publicado por Cáritas Europa el pasado jueves, que solo se basan en la renta. Lo que da cuenta de la magnitud de un problema que, una vez radiografiado y denunciado, abre importantes preguntas y, sobre todo, la urgencia de responderlas. ¿A quién afecta en un país en crisis pero, en definitiva, rico? ¿Qué medidas se han tomado? ¿Cómo romper el círculo de pobreza que ha atrapado a los adultos del futuro? ¿Qué efectos puede producir no hacerlo tanto en los pequeños como en la sociedad en su conjunto?

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El Poder Judicial revela que en 2013 hubo una media de 184 desahucios al día


Política
por: José Antonio Hernández - Madrid
 28.MAR.2014

Cataluña, Andalucía, Valencia y Madrid son las comunidades con más lanzamientos por impago

Las ejecuciones hipotecarias han descendido un 9,8% desde el año anterior

  
Stali, de 35 años, en proceso de desahucio de su piso de Barcelona.
ALBERT GARCÍA

Los desahucios de viviendas realizados por los juzgados de primera instancia y mixtos tras el impago de los préstamos hipotecarios alcanzaron la cifra de 67.189 en 2013, según el informe de la Sección de Estadística del Consejo General del Poder Judicial. Es decir, hubo una media de 184 desalojos diarios de pisos, locales, garajes, comercios... Es el primer año en el que se publican estos datos, por lo que no se puede comparar la evolución con años anteriores. No todos estos casos concluyen con desahucios efectivos: los datos se refieren a las diligencias que iniciaron los juzgados en 2013, pero muchas veces, llegada la hora del lanzamientos, los jueces los suspenden o posponen. Por lo que cabe la posibilidad de que parte de los iniciados en 2013 no se hayan ejecutado ese mismo año y aún estén pendientes.

De dicho número, el 38,4% derivaba de ejecuciones hipotecarias, el 56,8% de la Ley de Arrendamientos Urbanos y el 4,8% de otras causas. Por comunidades autónomas, Cataluña fue el territorio con más desalojos el 23,8 %. Le siguen la Comunidad Valenciana (14,6%), Andalucía (13,8%) y Madrid (13%).

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Archivado en: Desalojos, CGPJ, Desahucios, Hipotecas, Vivienda, Movimientos sociales, Mercado hipotecario, España, Problemas sociales, Mercados financieros, Poder judicial, Urbanismo, Sociedad

Documentar la Economía del Bien Común

Por:
26 de marzo de 2014

Por Gonzalo Miranda Carrera (*) 

Entrevista La Antena en Malvarrosa

En el año 2011 mientras cubríamos para AttacTV la Universidad de verano de la red Europea Attac, tuvimos la ocasión de entrevistar a un profesor austríaco que nos habló por primera vez sobre la Economía del Bien Común. Su nombre es Christian Felber y su propuesta consistía en un modelo alternativo a la economía de mercado y a la economía planificada. Mientras realizábamos la entrevista nos dimos cuenta de que este modelo reunía en un todo orgánico y funcional un montón de alternativas ya existentes, como la idea de consumo responsable y el cooperativismo, entre otras. Pero lo más interesante es que planteaba la aplicación de valores en todos los niveles de la actividad económica. Valores que actualmente no se aplican, si bien están presentes en las constituciones de muchos países. Hablamos de la solidaridad, la cooperación, la justicia y la igualdad.

Asimismo, Felber apunta a un error de método garrafal del sistema actual para medir el éxito tanto a nivel micro-económico (balance financiero) como macro-económico (PIB). Este es: que usa indicadores monetarios. Y el dinero es, o debe ser, sólo una herramienta del sistema pero no su fin. De hecho, la Economía es la ciencia social que estudia los medios de satisfacer las necesidades humanas con recursos escasos, no la acumulación de dinero.

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Historia de muchas mujeres y un café



 PLANETA FUTURO

 

por: Anna Argemi 
14 MAR 2014
 

Un proyecto de cooperación y comercio justo en el norte de Nicaragua ha conseguido empoderar a las mujeres para que sean dueñas de la tierra que cultivan


Luz Evelia Godines Solano, campesina de la comunidad de La Chiripa, es productora del café Tierra Madre que se comercializa en España.
Pablo Tosco /Intermón Oxfam

Eva Pineda habla con pasión y sin disimulo de lo que ha convertido en su profesión: despertar las conciencias de los/las nicaragüenses por igual para conseguir un mundo más equitativo. La mujer, afirma, tiene derecho a estudiar, a ganarse un sustento, a salir de casa. Y el hombre tiene derecho a llorar, a ser tierno, a expresar sus emociones. Durante años ayudó a hombres y a mujeres de varias comunidades rurales del país a distinguir lo natural de lo cultural, a atreverse a ser diferentes y, como consecuencia de todo ello, a ser más felices. Ella cuenta de sí misma: “No soy una especialista en género. Solo aporto lo que puedo por una causa que considero justa”. A finales del 2011 lanzó el Café Tierra Madre. Y esta es la historia de por qué se creó.
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Archivado en: Comercio justo, Derechos mujer, Nicaragua, Cooperación desarrollo, Centroamérica, Mujeres, Latinoamérica, Agricultura, América, Relaciones exteriores, Sociedad, Agroalimentación, Comercio

Bienvenidos al Consumo Colaborativo


Hoy en día los ciudadanos se están conectando para consumir, educarse, viajar, financiarse, etc. de manera conjunta y directa. El consumo colaborativo es el ejemplo más actual del valor que la web proporciona a los consumidores. Hasta la revista TIME lo ha incluido como una de las 10 ideas que van a cambiar el mundo.

En el blog encontrarás las últimas novedades (noticias, nuevos modelos de negocio, impacto sectorial, regulación, etc.) acerca del consumo colaborativo. Nos enfocamos en los países de habla hispana, sin olvidarnos del resto del mundo.

Si es la primera vez que nos visitas, empieza por aquí: Quiero saber más acerca del consumo colaborativo!, visita el directorio de proyectos y explora lo que dicen los medios.

Si quieres saber más sobre nosotros y cómo nos ganamos la vida, pulsa aquí. Si tienes cualquier idea relacionada al consumo colaborativo, noticias o proyectos, no dudes en contactarnos.

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El emprendedor altruista



 
PLANETA FUTURO
 
 
 
 
por: Anna Argemi
 30.ENE.2014
 
Qué mueve a... Antonin Léonard

Cofundador de la comunidad Ouishare, es uno de los portavoces globales de la economía colaborativa

  
Léonard es cofundador de Ouishare, página pionera en abanderar la económica colaborativa.

"Mi sueño es utilizar el emprendimiento para cambiar el mundo". Tiene 27 años y no quiere comerse el mundo sino recorrerlo de cabo a rabo y por el camino irlo cambiando. El año pasado llegó a subirse a 50 aviones y 40 trenes sin perder el aliento y todo por divulgar la buena nueva de la economía "que no se centra en el producto sino en el uso". "Es cansado", confiesa, "pero como te llena mucho ser parte de esto y como te parece que estás cambiando un poco el mundo, porque toda la gente te dice que lo que estás haciendo, es increíble. Todo ello hace que acabes trabajando 15 horas al día". Su perfil Twitter lo presenta como un 'collaborative economy strategist', lo que en castizo se traduciría por algo así como asesor de empresas y de administraciones públicas deseosas de cambiar el chip.

La economía colaborativa es un término que se acuñó hace unos tres años y una realidad económica que se está extendiendo a diestro y siniestro con la rapidez de la pólvora. La comunidad Ouishare, de la que es cofundador Léonard, fue una de las pioneras en definir y abanderar la nueva filosofía económica, de producción, financiación y consumo. Son legión ya en el mundo los consumidores colaborativos y quizá muchos desconocen aún la etiqueta que les cuelga. En el grupo se encuentran, por citar unos pocos, los couchsurfers, carpoolers, crowdfounders, es decir, los usuarios de servicios compartidos de bienes como alojamientos, coches y capital para financiar proyectos. Airbnb, líder mundial en alquiler de alojamientos P2P (Peer to Peer), cuenta ella sola con 10 millones de usuarios. Léonard explica: "La economía es cada vez más abierta, más colaborativa. Ahora en Internet no solamente se comparte contenido online sino que también las personas se vinculan para compartir en la vida real".

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Cáritas afirma que ayudar a los hogares sin ingresos cuesta la mitad de lo que se va invertir en salvar las autopistas


Sociedad

27/03/2014

Sociedad

La organización recuerda que «es posible y no muy caro acabar con la pobreza severa» en España

Un comedor social en Barcelona
inés baucells 
 

Ayudar a los 500.000 hogares españoles que no perciben ningún tipo de ingreso supondría para el Estado 2.600 millones euros, la mitad de los recursos que va a utilizar para salvar las autopistas. «Es posible y no muy caro acabar con la pobreza severa en nuestro país», aseguró este jueves Francisco Lorenzo, miembro del Equipo de Estudios de Cáritas y del Comité Técnico de la Fundación Foessa, durante la presentación del estudio «Análisis y perspectivas 2014», el primer avance de resultados de la Encuesta Foessa.

El informe, cuyos datos definitivos serán presentados el próximo mes de octubre, revela que actualmente solo uno de cada tres hogares en nuestro país no se encuentra amenazado por alguno de los 35 factores que determinan la exclusión social. «El núcleo central de la sociedad española que llamamos de integración plena es ya una estricta minoría», explicó Guillermo Fernández, miembro del Equipo de Estudios de Cáritas y del Comité Técnico de Foessa.

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