[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Les consommateurs prêts à acheter leur voiture sur Internet

Par Emmanuel Egloff
 
Les distributeurs automobiles traditionnels risquent de subir la concurrence d'acteurs issus du Web.
Les concessionnaires vont devoir réfléchir à de nouvelles offres tarifaires.
Crédits photo : Marc Chaumeil/Divergence
Les concessionnaires vont devoir réfléchir à de nouvelles offres tarifaires.

 La révolution est pour demain dans l'achat de voitures. Dans une étude réalisée par Capgemini, 48 % des Français interrogés se déclarent prêts à acheter leur voiture sur Internet. «Il s'agit d'une vraie rupture», constate Emmanuel Gavache, directeur au sein de l'entité «automobile» de Capgemini Consulting. En un an, la volonté d'achat sur Internet, qui consiste à choisir un modèle de véhicule, le payer en ligne pour qu'il soit ensuite livré à domicile, est passée de 39 % à 48 %. Le consultant précise qu'«à ce niveau, il devient viable économiquement de créer une activité de vente de véhicules sur Internet».

Cette évolution va contraindre constructeurs et concessionnaires à réagir. «S'ils ne le font pas, des nouveaux acteurs vont sans aucun doute occuper le terrain, estime Emmanuel Gavache. Et ces acteurs traditionnels risquent alors de subir le même sort que l'hôtellerie, avec l'émergence de sites comme Booking». Spécialisé dans la réservation de chambres d'hôtels en ligne, ce site a sans doute provoqué une perte de revenu pour les hôteliers comprise entre 20 et 25 %.
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Inovação e alto consumo são desafios da China em reforma

Economia
 por: Denise Chrispim Marin - O Estado de S. Paulo
31.Maio.2014

Atual modelo, focado em investimento produtivo e exportação, se esgotou e dará lugar ao consumo interno

PEQUIM - Passados 30 anos de robusto crescimento econômico, a China desacelera para pôr a casa em ordem. O modelo assentado em taxas elevadas de investimento produtivo e de exportação se esgotou e dará lugar a um sistema sustentado pela expansão do consumo doméstico. O país não crescerá mais a taxas acima de 10% ao ano. No máximo a 7,5%, como previsto para este ano. Mas, se as reformas anunciadas em novembro derem certo, o “Império do Centro” deixará de ser conhecido pelo selo “fabricado na China” e passará a ter como referência o “inovado na China” a partir de 2020. 

A transformação não será fácil. O governo terá de regular o sistema que corre em paralelo no mercado financeiro - os “shadow banks”, bancos da sombra - e desinflar a bolha imobiliária. Terá de despoluir as megalópoles e acomodar o grosso da população rural em novas cidades. Terá de construir uma previdência social e melhorar os serviços públicos de educação e saúde. Terá de desmontar o sistema de crédito que transfere a renda das famílias para as estatais. A adoção do pacote de reforma com 60 tópicos será, ao final, a pedra angular para a preservação no poder do Partido Comunista Chinês sobre todo o país continente.
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Desaceleração e reformas na China
Stringer China/Reuters
 

‘O fast fashion é um vírus que infectou a indústria da moda’

Blogs

Sonia Racy

26.maio.2014

Paulo Borges
(Foto: Denise Andrade/Estadão)
Com expertise de três décadas, Paulo Borges critica a burocracia do País e a falta de planejamento e de investimento. E rebate a pecha de que o setor é supérfluo.

Sob o lema Amo Moda Amo Brasil, Paulo Borges aproveitou a Copa para entrar em campo com uma campanha cuja missão é levar a marca Brasil além-fronteiras. “O problema é esse nosso complexo de vira-lata, que não nos deixa”, reclama, parafraseando Nelson Rodrigues. “Esse é um momento histórico, em que todos os olhos estão voltados para o País, com a realização de grandes eventos esportivos. É importante chamar a atenção para o que nos identifica além do futebol e mostrar onde o Brasil também é campeão”, discursa o CEO da Luminosidade, empresa que promove SPFW e Fashion Rio.

Ele diz esperar, há três décadas, que o governo olhe para a moda como uma indústria que merece respeito. Nada mais natural. Afinal, segundo dados da Texbrasil, trata-se de um segmento que reúne 300 mil empresas formais e representa 5,5% do PIB da indústria de transformação, tendo gerado R$ 140 bilhões em 2012. O setor também é responsável por 1,7 milhão de empregos diretos, sendo 75% mão de obra feminina.

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Ciclo de alta do consumo não terminou, diz Hypermarcas

Economia

por: DAYANNE SOUSA - Agencia Estado
22.Maio.2014

O presidente da Hypermarcas, Claudio Bergamo, avaliou que o ciclo de alta de consumo e crescimento da classe média no Brasil ainda não acabou, embora o momento atual seja de maior seletividade do consumidor. Ele participou de mesa-redonda com outros executivos de varejo e consumo durante evento em São Paulo, nesta quinta-feira, 22.

Bergamo afirmou que acredita que os consumidores brasileiros hoje estejam num processo que ele definiu como "smart up". Para ele, num momento inicial em que houve maior expansão de renda e ascensão da classe média, as compras das famílias cresciam de forma acelerada e generalizada. "Agora o consumidor começa a fazer escolhas mais inteligentes, avaliando melhor a relação de custo benefício dos produtos", comentou. Ele diferenciou esse processo do chamado "trade down", que seria apenas a troca por produtos de menor preço.

Para o executivo, o atual momento exige que as companhias do setor invistam mais em inovação e em conhecer o consumidor. "Acho isso até saudável, vai forçar companhias a melhorar", completou.
 
Tags: consumo, Hypermarcas

Anvisa suspende vendas dos medicamentos Resfenol e Cefalexina



Notícias dos Consumidores
Matérias de seu interesse, publicadas em veículos de todo o País 

Fonte: O Globo
 02 de junho de 2014

O primeiro deve ser retirado do mercado por falta de comprovação de eficácia e o segundo por problema na embalagem


RIO - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou no diário oficial desta sexta-feira a suspensão de vendas de dois medicamentos.O antigripal Resfenol solução oral gotas, fabricado pela empresa Kley Hertz, teve o registro cancelado pela reguladora por não apresentar estudos clínicos que comprovassem sua eficácia. De acordo com a Anvisa, a fabricante é responsável pelo recolhimento de todo o estoque do remédio existente no mercado.

Também foi suspenso o lote 09411231 do medicamento genérico Cefalexina 500mg comprimido, um antibiótico, fabricado pelo Laboratório Teuto Brasileiro e com validade até janeiro de 2016. O fabricante já iniciou o recolhimento voluntário de lote que, de acordo com o comunicado, apresenta o acondicionamento de 8 comprimidos na cartonagem da apresentação de 10 drágeas. Ver mais (...)

Consumidor acima dos 50 é o segundo público que mais compra pela internet


Pesquisa mostra que 20% dos novos consumidores têm 50 anos ou mais
por: Fernanda Borges
30/05/2014
 
Veterano, o gerente comercial João de Barros Neto, de 65 anos, compra pela internet há pelo menos seis anos: 'Compro de tudo sem sair da cadeira'  ((Arquivo Pessoal)
Veterano, o gerente comercial João de Barros Neto, de 65 anos, compra pela internet há pelo menos seis anos: 'Compro de tudo sem sair da cadeira'

As compras online caíram no gosto dos consumidores com mais de 50 anos. Dos 10 milhões de novos compradores na internet, dois milhões estão na faixa dos 50 ou mais e representam a segunda maior fatia entre esses clientes, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Esse público só perde para a faixa dos jovens de 14 a 24 anos entre os que mais gastam com serviços e produtos na internet.

De acordo com Mauricio Salvador, presidente da associação, os benefícios e facilidades da navegação na rede impulsionaram a participação de consumidores mais velhos. “Antes eram os filhos que compravam, agora são os pais que se dispõem a utilizar o e-commerce. Eles adquiriram confiança no ambiente”, afirma Salvador. Ele informa ainda que, por serem menos experientes em questões de tecnologia, os consumidores com mais de 50 anos precisam dobrar a atenção e contar com uma lista de sites confiáveis para comprar.

O aposentado Derneval Gomes de Carvalho, 68, está sempre de olho na questão da segurança. ”No começo fiquei com medo de digitar meu cartão de crédito, mas depois fui ganhando confiança. Mas não é em qualquer site que entro, tem uns que ainda tenho medo. Quando pego confiança, aí sim, compro muito", disse.
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Brasil não vai conseguir acompanhar o crescimento mundial em 2014 e 2015



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Economia

Negócios

por: Jamil Chade e correspondente de O Estado de S. Paulo
21.Maio.2014




ONU diminuiu a projeção do PIB brasileiro para 1,7% em 2014, enquanto a média mundial deve ser de 2,8%

GENEBRA - O Brasil não vai conseguir acompanhar nem mesmo o crescimento médio da economia mundial em 2014 e 2015, e a expansão do PIB terá um desempenho mais fraco até mesmo que os países ricos que ainda sentem o peso da crise. 

Dados divulgados nesta quarta-feira, 21, pela ONU revelam que o crescimento do PIB nacional no ano será de apenas 1,7%. No início do ano, a projeção da entidade apontava para um crescimento de 3%. A ONU também alertou que a expansão da economia mundial será menor do que se imaginava e esse freio ocorre justamente por conta do mal desempenho dos mercados emergentes.

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Como o consumidor exercer o direto de trocar produtos


por: João Luiz Regiani
30 de maio de 2014
2014-677534652-2014010694951.jpg_20140106[1]Antes de mais nada vamos entender como funciona exatamente a lei. Pelo Código de Defesa do Consumidor, o fornecedor é obrigado a trocar um produto com vício (defeito). É enquadrado nessa característica qualquer situação que impeça ou dificulta o consumo do produto. Na prática funciona da seguinte maneira: um artigo de vestuário, por exemplo, pode ser trocada se for adquirida com um furo, defeito na costura ou mesmo desbotou na primeira lavagem, o que não deveria acontecer se o consumidor seguiu as instruções de lavagem.

Uma brecha nesse caso, é que além de ser muito comum as roupas novas soltarem um pouco de tinta, é quase impossível saber se o consumidor realmente seguiu as orientações de lavagem, então o lojista acaba dependendo da “boa fé” do cliente. No caso de produtos com defeito, o Código de Defesa do Consumidor garante um prazo para troca de até 90 dias para bens duráveis, contados a partir do recebimento do produto, isso porque caso o produto seja solicitado por telefone ou internet (o que já é muito comum), deve se ignorar o período entre o pedido e a entrega.

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Categorias: Cobertura, Contrato, Garantia, Troca

NO DIA MUNDIAL DA CRIANÇA O BOICOTE AO APELO AO BOICOTE!!!

 A notícia deu-a a Lusa.
Com excepção do Correio da Manhã e do Diário de Notícias da Madeira nenhum outro meio de comunicação social a veiculou.
Guardaram os mais de Conrado o prudente silêncio!
Como convinha, de resto, ante os interesses em presença...
Ei-la – a notícia - nos seus rasgos:
Coimbra, Portugal 31/05/2014 12:59 (LUSA)
Temas: direitos cívicos, Economia, Negócios e Finanças, publicidade, empresas, crianças
  
“Coimbra, 31 mai (Lusa) - A Associação Portuguesa de Direito de Consumo (apDC) apelou hoje ao boicote das empresas e marcas que usam crianças ilegalmente na publicidade, lamentando que a inércia das autoridades tenha criado uma situação de impunidade.
Na véspera do Dia Mundial da Criança, a Comissão da Criança & Consumo da apDC recordou, em comunicado, que "o recurso a crianças em conteúdos promocionais que não lhes são especificamente dirigidos é ilegal e indigno".
Citado no documento, Paulo Morais, presidente da comissão, sublinhou que "os menores só podem ser intervenientes principais nas mensagens publicitárias em que se verifique existir uma relação direta entre eles e o produto ou serviço veiculado", como no caso de fraldas, brinquedos ou jogos.
"Dada a impunidade com que atuam estas empresas e marcas e a inércia das autoridades, vimos apelar à população em geral a um boicote sistemático às empresas que utilizam crianças na sua publicidade a promover, de forma ilegal, produtos e serviços que em nada estão relacionados com a sua faixa etária", destacou Paulo Morais.
O presidente Comissão da Criança & Consumo da apDC lembrou ainda que o Comité Económico e Social Europeu defende que "a publicidade que se serve abusivamente de crianças para finalidades que nada têm a ver com assuntos que diretamente lhes respeitem, ofende a dignidade humana e atenta contra a sua integridade física e mental e deve ser banida".

Lamentável que haja sucedido.

Alguém terá ouvido falar da censura que nem sequer carece de coronéis (ou de tenentes da administração militar...) nem de lápis azuis para se exercer de forma ciosa e brutal?

Alguém terá ouvido falar da censura que se exerce silenciosamente às mãos dos interesses económicos subsistentes?

Fique o registo...

Mas as crianças, Senhor?! Porque lhes dais tanta dor?! Porque padecem assim?!

Obésité: des messages d'avertissement sur les sodas à l'étude

Par AFP, AP, Reuters Agences, Jonathan Herchkovitch
30/05/2014

Les sénateurs californiens viennent d'adopter une loi visant à imposer des messages d'avertissement sanitaire sur les boissons sucrées. 
 
Une canette de cola contient l'équivalent de 7 morceaux de sucre.
65309286/icafreitas - Fotolia
 
 Alors que l'obésité tue près de 3 millions de personnes dans le monde chaque année, les produits alimentaires vont-ils subir les mêmes mesures de prévention que celles appliquées au tabac? Aux États-Unis, l'offensive a déjà commencé. Après être parvenus à imposer des messages d'avertissements et de photos choc sur les paquets de cigarettes, les législateurs californiens s'apprêtent à reproduire la méthode avec les sodas, très riches en sucres. Un projet de loi visant à imposer des étiquettes mettant en garde contre l'obésité, le diabète et les caries sur les boissons sucrées est en effet passé au sénat de Californie jeudi. 

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Mots clés: sodas, obésité, Boissons

Consumidor deve ser comunicado sobre perícia em medidor de energia elétrica

31 de maio de 2014
Procedimento irregular

A perícia em medidor de energia elétrica sem a presença do consumidor não é prova suficiente para justificar a cobrança de débitos de suposta recuperação de consumo por conta de fraude no aparelho. Com esse entendimento, a Justiça Federal no Piauí proibiu a Eletrobras de cortar o fornecimento para o prédio da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no estado por uma dívida hipotética.

Segundo o processo a Eletrobras efetuou, em julho de 2013, a leitura do medidor do prédio e também instalou um novo aparelho. O antigo foi levado pelos funcionários da concessionária. A troca foi feita, de acordo com a companhia, por causa da idade e do modelo do instrumento.

No começo de 2014, a OAB “recebeu uma notificação de suposta irregularidade na medição e/ou instalação elétrica (faturamento incorreto) no período de julho de 2010 a junho de 2013, acompanhada de boleto de cobrança no valor de R$ 3.374, referente à diferença entre hipotéticos valores de consumo e os valores até então apurados”.
(...)

domingo, 1 de junho de 2014

COMUNICADO DE IMPRENSA - apDC apela ao boicote às marcas que usam crianças indevidamente na publicidade

A Associação Portuguesa de Direito de Consumo – apDC - une-se a uma só voz à Comissão da Criança e Consumo da instituição para apelar ao boicote a empresas e marcas que usam indevidamente crianças na sua publicidade. 

“O recurso a crianças em conteúdos promocionais que não lhes são especificamente dirigidos é ilegal e indigno”, frisa Paulo Morais, presidente da Comissão. 

 A Associação Portuguesa do Direito do Consumo – apDC vem hoje, Dia Mundial da Criança, apelar à população para boicotar as marcas e empresas que recorrem às crianças na sua publicidade sem que os produtos publicitados sejam referentes à faixa etária infantil. Paulo Morais, professor universitário e presidente da Comissão da Criança & Consumo, reforça o apelo da apDC lembrando que “a utilização de crianças em anúncios publicitários só é legalmente permitida quando os produtos ou serviços têm uma conexão direta com aquela faixa etária.

” Vai neste sentido o código da publicidade ao afirmar expressamente que “os menores só podem ser intervenientes principais nas mensagens publicitárias em que se verifique existir uma relação direta entre eles e o produto ou serviço veiculado”, como podem ser o caso de fraldas, brinquedos ou jogos. 

O Comité Económico e Social Europeu defende precisamente, em recente parecer, que “a publicidade que se serve abusivamente de crianças para finalidades que nada têm a ver com assuntos que diretamente lhes respeitem, ofende a dignidade humana e atenta contra a sua integridade física e mental e deve ser banida”. “E, no entanto, a ilegalidade é regra”, frisa Paulo Morais. Exemplos não faltam. 

O detergente “Fairy” é promovido como se fosse um brinquedo, o Continente apresenta-se como marca confiável, comparando a relação que mantém com os seus clientes com a vinculação entre um filho de tenra idade e a sua mãe. Insistem também nestas más práticas empresas e marcas como a EDP, o SKIP, a Coca-Cola ou a sociedade Ponto Verde, entre outros. 

 “Dada a impunidade com que atuam estas empresas e marcas e a inércia das autoridades, vimos apelar à população em geral a um boicote sistemático às empresas que utilizam crianças na sua publicidade a promover, de forma ilegal, produtos e serviços que em nada estão relacionados com a sua faixa etária”, destaca Paulo Morais.

Apelo ao boicote de marcas fazem publicidade ilegal com crianças

Na véspera do Dia Mundial da Criança, a Associação Portuguesa de Direito de Consumo recordou que "o recurso a crianças em conteúdos promocionais que não lhes são especificamente dirigidos é ilegal e indigno". 

A Associação Portuguesa de Direito de Consumo (apDC) apelou este sábado ao boicote das empresas e marcas que usam crianças ilegalmente na publicidade, lamentando que a inércia das autoridades tenha criado uma situação de impunidade. Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/apelo-ao-boicote-de-marcas-fazem-publicidade-ilegal-com-criancas Ver mais (...)