[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Estudo Influência política é uma das principais mais-valias da EDP


por:
27.Maio.2015

A capacidade de influência política e económica junto do Governo nacional e de outras instituições é uma das principais mais-valias do Grupo EDP, destaca um estudo que avaliou o funcionamento e qualidade de seis instituições nacionais.
 
País
Lusa
A capacidade de influência política e económica junto do Governo nacional e de outras instituições é uma das principais mais-valias do Grupo EDP, destaca um estudo que avaliou o funcionamento e qualidade de seis instituições nacionais.

Segundo o investigador Nuno Vaz da Silva, "isso acontece devido ao potencial económico e industrial da empresa, mas também aos conhecimentos pessoais e profissionais dos elementos da administração e de outros órgãos, como o Conselho Geral e de Supervisão, junto do poder político".

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Nutrição Estratégias para se alimentar bem durante as viagens de trabalho


por:
27.Maio.2015

Vai ter uma viagem de trabalho e não pode levar consigo as suas marmitas? Não desespere, existem várias formas de continuar a alimentar-se bem.
 
Mundo
DR
As viagens de trabalho são sempre uma dor de cabeça para quem quer manter uma alimentação limpa e saudável. O preço das refeições num país estrangeiro e as ofertas das companhias aéreas e dos hotéis nem sempre ajudam a uma alimentação cuidada. Mas existem formas de contornar estes percalços.

O site da revista Entrepreneur dá a conhecer onze estratégias que vão ajudar a que se alimente bem durante as viagens laborais e que não caia em tentações ou desastres alimentares, sob a pena de se sentir mal disposto ou ter alguma reação alérgica.
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Biden urges Ukraine to fight corruption, rein in oligarchs

EU News & policy debates,
across languages

Blair steps down as Middle East envoy

EU News & policy debates,
across languages

Commission defends inclusion of health in EU-US trade talks

EU News & policy debates,
across languages

Opinião "Colapso do GES é único e típico"


por:
27.Maio.2015

Opinião é do professor universitário João César das Neves.
 
Economia
DR
João César das Neves descreve esta quarta-feira, na sua coluna de opinião no Diário de Notícias, a queda o império Espírito Santo como algo “único” e, ao mesmo tempo, “típico”.

Único devido à “singularidade da situação”, pois, considera, em “qualquer país do mundo seria raríssimo que uma família conseguisse tal longevidade, sucesso e controlo nos negócios”.

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Margarida Aguiar "Cidadania Social vai avaliar propostas eleitorais na área social"


por:  
28.Maio.2015

O 'think tank' Cidadania Social vai avaliar as propostas eleitorais dos partidos políticos na área social, disse à Lusa Margarida Corrêa de Aguiar, especialista em questões de Segurança Social e um dos elementos fundadores daquela associação cívica.
 
Economia
Lusa
"O que pretendemos fazer é avaliação de medidas concretas e políticas concretas, no entanto, e face ao momento em que nos encontramos, vamos fazer uma análise comparativa das políticas sociais que serão propostas nos programas eleitorais", explica a economista em entrevista à Lusa.

Segundo a especialista, essa "análise comparativa terá um sentido crítico e traduzir-se-á em informação que permita esclarecer as pessoas em geral e avaliar o comprometimento, o benefício e os impactos que essas propostas possam ter a vários níveis".

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Solidariedade Banco Alimentar não paga taxa sobre sacos de plástico


por:
27.Maio.2015

Medida que obriga a um pagamento de 10 cêntimos por cada saco de plástico leve entrou em vigor a 15 de fevereiro.
 
País
DR
As instituições de solidariedade social estão isentas do pagamento da taxa de 10 cêntimos por cada saco de plástico, determina a lei, e, por isso, na próxima campanha o Banco Alimentar Contra a Fome vai usar os sacos que já tinha em stock desde a última campanha.

A presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome confirmou ao Diário Económico a isenção, mas assegurou que os únicos sacos de plástico que vão ser utilizados são os que sobraram da última campanha.
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Coração Afinal, ovos e manteiga nunca foram inimigos do colesterol


por:
27.Maio.2015

Nas últimas décadas, têm sido vários os alimentos considerados prejudiciais ao colesterol e, por isso, desaconselhados da alimentação.
 
Mundo
PixaBay
Ovos, manteiga, mariscos, enchidos, bacon, fígado. Estes têm sido os alimentos colocados, nos últimos anos, na lista negra dos ‘amigos’ do colesterol. Ao longo de várias décadas forma associados ao agravamento do colesterol mau e, por isso, a doenças cardiovasculares.

Mas serão mesmo estes alimentos os maiores inimigos do colesterol? Não. Segundo o Daily mail, um número crescente de especialistas norte-americanos diz não existir uma ligação comprovada entre estes (e outros) alimentos e os níveis perigosos de matéria gorda no sangue, responsável pela má fluidez e consequentes acidentes vasculares cerebrais ou ataques cardíacos.

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ERSE Acertos de luz e gás têm de pagar-se em prestações iguais


por:
27.Maio.2015

A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) aprovou novas regras que foram publicadas, esta quarta-feira, em Diário da República.
 
Economia
DR
O diploma publicado hoje em Diário de República determina que os acertos em faturas da eletricidade ou do gás – que resultam da diferença entre as leituras estimadas e as leituras reais – poderão ser pagos em 12 prestações.

O mesmo documento refere ainda que todas as prestações têm de ter um valor igual, apenas a última poderá ter um valor superior, sendo que nunca poderá ultrapassar uma diferença de 10%. Ou seja, explica o Jornal de Negócios, os consumidores não podem ter encargos mensais superiores a 25%.

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OCDE. Serviço Nacional de saúde respondeu bem à crise, mas é preciso apostar mais nos cuidados primários






Serviço Nacional de Saúde
27/5/2015
 
Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico considera que o sistema de saúde português respondeu bem à pressão financeira nos últimos anos, mas é preciso garantir qualidade para todos.

OCDE diz que Portugal precisa de promover igual qualidade no atendimento a todos os doentes
ANTONIO COTRIM/LUSA





Autor: Marlene Carriço

Apesar da crise e das restrições financeiras, o Serviço Nacional de Saúde tem vindo a responder aos doentes com mais qualidade. A conclusão é da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e consta do relatório “Reviews of Health Care Quality: Portugal”, elaborado a pedido do Ministério da Saúde, que será apresentado esta quarta-feira à tarde, em Lisboa. Os peritos deixam contudo críticas e recomendações ao Governo no sentido de assegurar que todos os utentes têm acesso a cuidados de saúde com qualidade.

“O sistema de saúde português tem respondido bem às pressões financeiras dos últimos anos, equilibrando com êxito as prioridades de consolidação financeira e de melhoria contínua da qualidade “, referem as conclusões do relatório.

“No geral, o sistema de saúde português parece estar a prestar cuidados de elevada qualidade a um baixo custo”, lê-se ainda no documento.

Como bons exemplos, a OCDE aponta, por exemplo, os indicadores de internamentos evitáveis hospitalares por asma, doença pulmonar obstrutiva crónica e diabetes, sublinhando que “são das mais baixas taxas da OCDE”. É ainda frisada a acentuada redução na mortalidade por doença isquémica do coração desde 1990, que atualmente é a quarta mais baixa entre os países da OCDE.

Contudo, a OCDE lembra que a mortalidade por AVC isquémico é mais elevada do que a média da OCDE, que as infeções associadas aos cuidados de saúde parecem ser mais comuns em Portugal do que nos outros países e que também nas cesarianas Portugal é o quinto país com taxas mais elevadas. E que há ainda uma baixa prescrição de genéricos quando comparado com outros países, bem como períodos de internamento mais longos, em algumas situações. Continua ainda a ser preocupante a prescrição excessiva de antibióticos de largo espectro, lê-se no documento.

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Tópicos:   centros de saúde, hospitais, organização para a cooperação e desenvolvimento económico, Profissionais de saúde, qualidade, saúde, Serviço Nacional de Saúde

A saga de um consumidor no admirável mundo novo da energia liberalizada


por: Ana Suspiro
26.Maio.2015


 É um entre seis milhões de clientes. A sua história envolve mudança de fornecedor sem autorização, informação errada sobre contratos e recusa da tarifa social. O que correu mal e as justificações.
A história chegou por um leitor que, quando foram noticiadas as investigações do regulador da energia às práticas das empresas comerciais, quis contar a suas experiências atribuladas no mercado liberalizado de energia.

É um caso exemplar do muito que pode correr mal no novo mercado da electricidade e gás natural, mas pode também servir de alerta. A transição da tarifa regulada para o mercado liberalizado está a ser feita por seis milhões de consumidores de energia em Portugal. Mais de metade já saiu da tarifa, mas ainda faltam mais de dois milhões darem o salto. O prazo terminava no final deste ano, mas o governo esticou este período por mais dois anos até 2017. Mas quem ficar na tarifa sujeita-se a uma revisão trimestral dos preços que podem subir.

O caso é também revelador das dificuldades em obter a tarifa social, que protege os consumidores mais vulneráveis. Ainda esta segunda-feira, o ministro da Energia, Jorge Moreira da Silva, reconheceu que o número de beneficiários ainda está muito longe da meta do governo.

O Observador contactou as eléctricas em causa e a ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos) e confrontou-as com o caso concreto, identificando o cliente, para permitir um esclarecimento mais completo e personalizado das situações, algumas aparentemente irregulares, reportadas. Publicamos aqui o testemunho na primeira pessoa com as respostas das entidades visadas. Tudo começa numa mudança da EDP para a Galp.

O ataque da Galp

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Las universidades online podrán tener entre 50 y 100 alumnos por profesor

 

Sociedad

MANUEL TRILLO@manueltrillo / MADRID
28/05/2015

Sociedad

Educación ultima el decreto que fija las condiciones para la creación de nuevos centros de enseñanza superior

Las universidades no presenciales ganan terreno
abc 
 
El futuro de la universidad pasa por la oferta académica online. Cada vez más instituciones de educación superior ponen «en abierto» cursos por internet (los conocidos como MOOC), al tiempo que crece el número de universidades de enseñanza no presencial.

No se trata solo de una tendencia internacional, sino que estos fenómenos se dan también en España. En la actualidad, existen seis universidades no presenciales: la Universidad Nacional de Educación a Distancia (Uned), la Universidad a Distancia de Madrid (Udima), la Internacional de la Rioja (Unir), la Internacional Valenciana (VIU), la Oberta de Catalunya (UOC) y la Internacional Isabel I de Castilla.

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La electricidad que consumen los hogares españoles es la cuarta más cara de la UE

 

Economía

efe / bruselas
27/05/2015

Economía

Bruselas calcula que el recibo de luz subió un 4,1% en España en el segundo semestre de 2014 y el de gas lo hizo un 7,5%

Eurostat cifra en el 4,1% el encarecimiento de la luz en los hogares españoles en el segundo semestre de 2014
flickr

España es el cuarto país de la Unión Europea (UE) con el precio de la electricidad doméstica más cara en la segunda mitad de 2014, con 23,7 euros por cada 100 kilovatios por hora, según los datos publicados hoy por la oficina comunitaria de estadística Eurostat. España solo es superada por Dinamarca (30,4 euros), Alemania (29,7 euros) e Irlanda (25,4 euros).

La media europea de los precios de electricidad doméstica se situó en la segunda mitad de 2014 en 20,8 euros por cada 100 kilovatios por hora y en la eurozona en 22,1 euros.

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