[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

terça-feira, 30 de junho de 2015

Jornal Oficial, 30 de Junho





REGULAMENTOS 


DECISÕES 
            
Decisão (UE) 2015/1023 do Conselho, de 15 de junho de 2015, que autoriza certos Estados-Membros a aceitar, no interesse da União Europeia, a adesão de Andorra à Convenção da Haia de 1980 sobre os Aspetos Civis do Rapto Internacional de Crianças                                                                                                
Decisão (UE) 2015/1024 do Conselho, de 15 de junho de 2015, que autoriza certos Estados-Membros a aceitar, no interesse da União Europeia, a adesão de Singapura à Convenção da Haia de 1980 sobre os Aspetos Civis do Rapto Internacional de Crianças                                                                                                  
RECOMENDAÇÕES                                                                                                    

Recomendação (UE) 2015/1029 do Conselho, de 19 de junho de 2015, com vista a pôr termo à situação de défice orçamental excessivo no Reino Unido                                                                            

ACORDOS INTERNACIONAIS   
Acordo de estabilização e de associação entre as Comunidades Europeias e os seus Estados-Membros, por um lado, e a Bósnia e Herzegovina, por outro                                                                                   

REGULAMENTOS
 
ATOS ADOTADOS POR INSTÂNCIAS CRIADAS POR ACORDOS INTERNACIONAIS     
    
Regulamento n.º 110 da Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa (UNECE) — Prescrições uniformes relativas à homologação de:                                                                                

Facebook usa hábitos dos utilizadores para moldar experiência



 Ações como alterar volume ou colocar o vídeo em modo de ecrã cheio levará o Facebook a interpretar como um sinal que o utilizador gostou do que viu.

Tech  
Vídeos 
DR
   


O Facebook revelou que passará a seguir de forma mais minuciosa a experiência dos utilizadores na rede social, nomeadamente o tempo que os utilizadores passam a olhar para publicações, se fazem ‘like’ ou partilham.
No que diz respeito a vídeos, ações como alterar volume ou colocar o ecrã em modo cheio serão interpretados pelo Facebook como um sinal que o utilizador gostou do vídeo, sendo que no futuro vídeos semelhantes ou da mesma página poderão ser colocados em modo de reprodução automática.

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Mercado liberalizado de eletricidade já tem mais de 200 tarifários


Energia
António Pedro Ferreira

O regulador da energia fez um balanço das ofertas no mercado liberalizado, concluindo que os consumidores portugueses de eletricidade têm à sua disposição 232 opções tarifárias, sendo a maior parte sem fidelização 

Miguel Prado
Miguel Prado 

O desenvolvimento do mercado liberalizado de eletricidade levou nos últimos anos ao surgimento de novos comercializadores de energia e de múltiplas ofertas, tendo a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) concluído que no final de 2014 existiam, só no sector elétrico, 232 tarifários distintos por parte dos vários operadores. 

Segundo o regulador, o mercado nacional acolhia no final do ano passado 113 ofertas exclusivas de eletricidade e 119 ofertas combinadas de eletricidade e gás natural. 

A multiplicidade de tarifários resulta do facto de cada operador praticar preços diferentes consoante os escalões de potência elétrica ou de consumo de gás, consoante o cliente adira ou não ao débito direto e à fatura eletrónica, entre outros fatores que condicionam as tarifas apresentadas.  

"No mercado do gás natural foram identificadas 176 ofertas distintas por parte dos comercializadores, das quais 57 dizem respeito exclusivamente ao fornecimento de gás natural e 119 são ofertas duais de gás e eletricidade", informa ainda a ERSE em comunicado.

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Excesso de bagagem pode pesar muito no bolso do passageiro




Fonte: O Globo
 29/06/2015

Viajantes são surpreendidos por taxas praticamente iguais ao preço do voo
















Conta salgada. Rosa comprou uma passagem do Rio para São Paulo por R$ 216 e, só no check-in, soube que teria de pagar mais R$ 206,69 pelos 11 quilos extras das malas

No embarque do Rio para São Paulo, em 8 de novembro do ano passado, a psicóloga Rosa Leivas, de 58 anos, levou um susto ao precisar pagar, pelo excesso de bagagem, quase o mesmo valor da passagem comprada na TAM. Teve de desembolsar R$ 206,69 pelos 11 quilos que ultrapassaram os 23 quilos que todo passageiro tem de direito de levar nos voos nacionais. Ela pagara R$ 216 pelo bilhete. Ao reclamar, ouviu da companhia aérea que o cálculo “segue a portaria 676” da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac). A portaria diz que, para cada quilo excedente, a empresa pode cobrar até “0,5% do valor da tarifa básica” cobrada no trecho de voo. O problema é que o texto não define, e as empresas não informam ao certo, o valor da tal tarifa básica. No vácuo dessa informação, passageiros são surpreendidos por cobranças que especialistas em Código de Defesa do Consumidor (CDC) consideram abusivas.

No caso de Rosa, o excesso de bagagem foi calculado com base em R$ 3.758,00, que seria o bilhete mais caro no voo do Rio para São Paulo naquele sábado, embora o atendente da empresa não tenha conseguido localizar no sistema nenhuma passagem com este valor. O mesmo funcionário confessou ainda “nunca ter visto” um voo do Rio para a capital paulista custar tanto.

- Ainda assim, foi feita a cobrança sobre esse valor. Paguei, embarquei e, dias depois, reclamei na companhia aérea e na Anac. De nada adiantou. Ouvi apenas que a cobrança estava de acordo com a legislação vigente. Mas ninguém foi capaz de me comprovar que havia passagem com aquele preço.

DIREITO OBTIDO NA JUSTIÇA
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España, Francia y Reino Unido piden a Europa un acuerdo que acabe con el «roaming»

 

Economía

por: agencias / bruselas
30/06/2015

Economía

La Comisión Europea (CE), el Consejo de la UE y el Parlamento Europeo (PE) celebran hoy una reunión tripartita a fin de intentar lograr un acuerdo sobre esta cuestión

Una eurodiputada usa dos móviles al mismo tiempo en el pleno del Parlamento Europeo 
epa
 
España, Francia y el Reino Unido han pedido hoy que la Unión Europea (UE) cierre un acuerdo antes de finales de mes sobre la eliminación de los recargos por la utilización del móvil en otros países comunitarios («roaming»).

La Comisión Europea (CE), el Consejo de la UE y el Parlamento Europeo (PE) celebran hoy una reunión tripartita a fin de intentar lograr un acuerdo sobre esta cuestión.

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El veto de la Unión Europea a la soja transgénica colapsaría la ganadería

 

Economía

por: javier nates / madrid
29/06/2015

Economía

España ahorró 55.000 millones de euros entre 2000 y 2014 respecto al cultivo convencional

 
La última propuesta de la Comisión Europea sobre la posibilidad que los Estados miembros decidan libremente prohibir o restringir en su territorio productos genéticamente modificados ha hecho saltar las alarmas en todo el sector ganadero, y España, como uno de los principales productores, sería uno de los más perjudicados. Nuestro país es el segundo productor comunitario de carne y exporta a la UE por valor de 6.265 millones de euros. La ganadería (producción e industria) supone un 1,5% del PIB de España.

Toda la UE, incluida España, es deficitaria en cultivos de proteína vegetal, especialmente la soja. La producción mundial de este cultivo en 2014 (datos provisionales) estaría en torno a los 320 millones de toneladas, mientras que la cantidad obtenida de soja en la UE rondaría los 1,34 millones, de las que 3.000 toneladas se cultivarían en nuestro país, es decir, el 0,22% de la UE y el 0,0009% a nivel mundial. La Unión Europea importó entre 2009 y 2011 más de 14,6 millones de toneladas de habas de soja -el 16% de la producción mundial-, y que los principales países cultivadores como EE.UU., Argentina, Brasil, China o India no diferencian entre producciones convencionales o modificadas genéticamente (MG), porque casi la totalidad es ya transgénica. Por tanto, el panorama que se le presenta a los ganaderos españoles y europeos es muy negro si finalmente se restringen o prohíben estas importaciones.
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