[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Lembrete: verificar faturas no portal das Finanças até dia 15


Redação / VC
 
 2017-02-01

Este período dado pelo Fisco é muito importante para os contribuintes, já que as despesas gerais e familiares que contam para a declaração de irs são as apuradas através do e-fatura. Gastos com refeições escolares entram

E-fatura.
Portal das Finanças
E-fatura
Os contribuintes têm até 15 de fevereiro para verificar no portal das Finanças se constam todas as faturas que querem ver declaradas ao Fisco.

Este período dado pelas Finanças é muito importante para os contribuintes, já que as despesas gerais e familiares que contam para a declaração de IRS são as apuradas através do e-fatura.

Também podem ser inseridas as faturas que não apareçam no site e validadas as faturas pendentes, ou seja, aquelas que estão no portal mas sobre as quais as finanças pedem mais informação.

Essas dúvidas das finanças surgem, por vezes, porque a entidade que emitiu a fatura tem vários códigos de atividade económico, como é o caso dos supermercados ou ainda, os recibos das farmácias com IVA a 23%.
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UE discute energia

 por: António Freitas de Sousa

Comissão quer completar a União Europeia de Energia – matéria onde Portugal tem diversos interesses.

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Não é um dos pilares da construção europeia, mas é com certeza um tema da maior importância para os 27 países: a energia. Hoje a Comissão Juncker estará no debate anual ‘Estado da União da Energia’, durante o qual o vice-presidente da Comissão, Maros Sefcovic, apresentará os progressos realizados e as próximas medidas para completar aquilo a que chama a União Europeia da Energia. Eficiência energética, oferta segura, fixação de preços inteligentes e competitivos para a indústria e os cidadãos, bem como os compromissos em matéria de clima, estarão no centro do debate. 

Mas os deputados poderão explorar o outro lado da questão: a nova realidade da energia, que, nomeadamente no que diz respeito ao petróleo, está a mudar substancialmente. Desde que o mercado foi inundado pelo petróleo de xisto – uma ‘invenção’ dos Estados Unidos – que o equilíbrio de forças mudou substancialmente. Desde logo porque os países da OPEP deixaram de ter em mãos a fixação dos preços a seu ‘bel prazer’, coisa que fizeram durante décadas e à custa dos chamados ‘choques’ petrolíferos, o primeiro dos quais em 1973. 

Portugal também está à espera que o debate sobre energia resulte num outro tipo de compromisso. É que o país está interessado em ser uma das portas de entradas de algumas energias na Europa – nomeadamente no que tem a ver com o gás liquefeito, que tem em Sines um porto de grande eficiência. Mas faltam outras infraestruturas. E falta também o aprofundamento do mercado energético comum ao nível peninsular – que tem pelo menos o benefício de poder aproveitar o que de muito foi já feito em termos do mercado eléctrico.(...)

Prestar informação enganosa a clientes na banca vai dar prisão







 
Economia
Redação / VC
 
 01-02-2017

Depois dos casos recentes e polémicos que mancharam a imagem da banca nacional, como o colapso do BES, Governo decidiu apertar a regulação, com a constituição de um novo crime: "uso de informação falsa ou enganosa na captação de investimento"

Dinheiro.
Pixabay
Dinheiro
O Governo fez chegar ao Parlamento uma proposta de lei para configurar como crime o "uso de informação falsa ou enganosa na captação de investimento", depois dos recentes problemas que afetaram a banca nacional. Quem não se lembra, por exemplo, do caso BES?

Ao definir como informação falsa ou enganosa aquela que apresente "situações favoráveis sem correspondência na realidade ou omita factos desfavoráveis que deviam ser apresentados", o diploma facilmente se associa ao que aconteceu com o Banco Espírito Santo: cerca de 4.000 clientes investiram 434 milhões de euros em papel comercial de empresas que pertenciam ao Grupo Espírito Santo. Papel comercial esse que foi vendido aos balcões do BES como se fosse - e não era - um produto financeiro do banco.
"Casos recentes ocorridos no sistema
financeiro português, alguns relacionados
com a prática de ilícitos, além de
evidenciarem falhas na supervisão e
regulação financeiras, provocaram sérios
prejuízos diretos e indiretos para a
economia nacional".
É precisamente isso o que se lê na proposta de lei, que faz manchete hoje na edição do Diário de Notícias. O documento acrescenta que, "na maioria daqueles casos a ausência ou demora na obtenção de uma sanção efetiva dos responsáveis afetou a credibilidade das entidades encarregadas da regulação e supervisão do setor financeiro, assim como a confiança no sistema judicial".

Quem arrisca prisão e quanto pagará de coima

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La pobreza acorta la vida más que la obesidad, el alcohol y la hipertensión

Materia 
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Un macroestudio en 'The Lancet' critica que la OMS no incluya la desigualdad como factor a combatir

La pobreza es un factor determinante de la salud pero no se combate como tal.
Reuters
La evidencia científica es robusta: la pobreza y la desigualdad social perjudican seriamente la salud. Sin embargo, las autoridades sanitarias no ponen el foco sobre estos factores sociales tanto como lo hacen sobre otros cuando tratan de mejorar la salud de los ciudadanos. Un macroestudio sobre 1,7 millones de personas, que publica la revista médica The Lancet, vuelve a la carga con este problema descuidado: la pobreza acorta la vida casi tanto como el sedentarismo y mucho más que la obesidad, la hipertensión y el consumo excesivo de alcohol. El estudio supone una crítica a las políticas de la Organización Mundial de la Salud (OMS) por no querer incluir en su agenda este factor determinante de la salud tan importante o más que otros que sí forman parte de sus objetivos y recomendaciones.

 "El bajo nivel
 socioeconómico es uno
 de los indicadores más
 fuertes de la morbilidad
 y mortalidad prematura
 en todo el mundo",
 asegura el estudio"

"El bajo nivel socioeconómico es uno de los indicadores más fuertes de la morbilidad y mortalidad prematura en todo el mundo. Sin embargo, las estrategias de salud global no consideran las circunstancias socioeconómicas pobres como factores de riesgo modificables", aseguran los autores del estudio que publica The Lancet, una treintena de especialistas de instituciones tan prestigiosas como la Universidad de Columbia, el King's College de Londres, la Escuela de Salud Pública de Harvard y el Imperial College de Londres.

Su trabajo se centró en los datos de 1,7 millones de personas para analizar cómo influye el nivel socioeconómico en la salud y la mortalidad en comparación con otros factores más convencionales, como el tabaquismo o la obesidad. El resultado coincide con otros estudios previos: la pobreza es un agente que afecta a la salud de forma tan sólida y consistente como el tabaco, el alcohol, el sedentarismo, la hipertensión, la obesidad y la diabetes. Es más, la capacidad de acortar la vida es mayor que varios de estos factores. El bajo nivel socioeconómico reduce la esperanza de vida en más de 2 años (2,1) en adultos entre 40 y 85 años; el alto consumo de alcohol la reduce en medio año; la obesidad la acorta 0,7 años; la diabetes reduce la esperanza de vida en 3,9 años; la hipertensión en 1,6 años; el sedentarismo, 2,4 años; y el peor, reduciendo la media de vida 4,8 años, el consumo de tabaco.

La elección de estos factores no es casual: son los tomados por la OMS para combatir las enfermedades no contagiosas en su plan para reducir su incidencia en un 25% para el año 2025, el llamado objetivo 25x25. "Nuestros hallazgos sugieren que las estrategias y acciones globales definidas en el plan de salud de la OMS excluye un importante determinante de la salud de su agenda", critican los investigadores, liderados por Silvia Stringhini, del Hospital Universitario de Lausana. Y añaden: "La adversidad socioeconómica debe ser incluida como un factor de riesgo modificable en las estrategias de salud local y global, las políticas y la vigilancia del riesgo para la salud".
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Pancetamol, la nueva «medicina» para los carnívoros


Cope



Castilla Y León
 
por: I. TOMÉ

Gastronomía

»   La empresa salmantina Ibéricos Nobleza Charra lanza una original estrategia de márketing para atraer la atención sobre la panceta de bellota, un producto del cerdo que «lleva varios años de capa caída»
El «packaging» está formado por una caja roja y blanca, en la que pone el nombre del producto (Pancetamol), y, dentro de ella, hay entre 200 y 250 gramos de panceta adobada
ABC
El «packaging» está formado por una caja roja y blanca, en la que pone el nombre del producto (Pancetamol), y, dentro de ella, hay entre 200 y 250 gramos de panceta adobada
 
No, no se trata de ningún medicamento nuevo, y viendo la caja del alimento cualquiera podría llevarse una grata sorpresa al abrirla. La empresa salmantina Ibéricos Nobleza Charra ha sacado al mercado el Pancetamol, un innovador y curioso producto que reúne unos 200 gramos de panceta de bellota ibérica, un envase llamativo y un juego de palabras divertido.

Su creador, Rubén García, explica que se les ocurrió la idea «por hacer algo diferente e innovar, no hacer lo que todo el mundo hace» y quisieron sacar el producto imitando «el concepto y el formato del medicamento Paracetamol para darle una vuelta de tuerca» y han conseguido una propuesta que es pionera en España.
Y la idea no puede ser más original. El «packaging» está formado por una caja roja y blanca, en la que pone el nombre del producto (Pancetamol), y, dentro de ella, hay entre 200 y 250 gramos de panceta adobada «al vacío y cortada perfectamente perfilada, lista para filetear o cortar en tacos, depende del consumidor». Y no le falta detalle alguno, ya que a modo de prospecto hay un libro de instrucciones en el que se describe el alimento, el origen, los ingredientes y «la manera de uso» para aquellas personas «que no consuman normalmente panceta, para que tengan ciertas nociones de como cocinarlo”, afirma García.
"Es un producto que 
particularmente «nos 
gusta mucho y llevaba 
varios años de capa 
caída, sobre todo por el 
alza del jamón
 Elegir la panceta para esta idea no ha sido ni mucho menos al azar. Según comenta García, es un producto que particularmente «nos gusta mucho y llevaba varios años de capa caída, sobre todo por el alza del jamón» se les ocurrió volver a poner en valor su género «totalmente natural, sin aditivos químicos y con una gran calidad».
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El cigarrillo electrónico suma dos años al alza con ventas de 55 millones y 350.000 usuarios


Cope


Sociedad

por: EP - Madrid
 

Tabaco

»   La cifra de volumen de negocio del sector, que ha superado las previsiones del sector a principios de año, supone un incremento de la facturación de un 13% respecto al ejercicio anterior
El cigarrillo electrónico suma dos años al alza con ventas de 55 millones y 350.000 usuarios
El cigarrillo electrónicoha consolidado su crecimiento por segundo año consecutivo en España tras alcanzar una facturación de 55 millones de euros en 2016 y totalizar 350.000 usuarios, tras la crisis sufrida por el sector en 2014, según los datos de Unión de Promotores y Empresarios del Vapeo (UPEV) y la Asociación Nacional del Cigarrillo Electrónico (ANCE).

La cifra de volumen de negocio del sector, que ha superado las previsiones del sector a principios de año, supone un incremento de la facturación de un 13% respecto al ejercicio anterior.

Respecto al número de vapeadores en España, se refleja un incremento similar, cifrándose en 350.000 los usuarios habituales de estos dispositivos, la mayoría consumidores fidelizados que se han pasado completamente del tabaco al cigarrillo electrónico, según ha manifestado el presidente de UPEV, Arturo Ribes.

Este incremento en la facturación y en el número de vapeadores se traduce asimismo en una estabilización y crecimiento del número de puestos de trabajo directos e indirectos que el sector genera, en torno a los 2.500.
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Refrigerantes e bebidas açucaradas sobem de preço a partir de hoje

Lusa



 

Os refrigerantes sobem de preço a partir de hoje, passando a ser taxados consoante a quantidade de açúcar, uma medida que, segundo as empresas do setor, pode ameaçar a sustentabilidade da indústria nacional dado o diferencial fiscal com Espanha.

Economia
Orçamento 2017
© iStock
 
Com o Orçamento do Estado para 2017 (OE2017), e pela primeira vez, as bebidas com teor de açúcar até 80 gramas por litro serão taxadas a 8,22 euros por hectolitro (100 litros) e as bebidas com teor de açúcar acima dessa quantidade serão taxadas a 16,46 euros por 100 litros.

Isto significa que, a título de exemplo, uma garrafa de refrigerante de 1,5 litros vai ficar 15 cêntimos mais cara se tiver um teor de açúcar de até 80 gramas por litro e vai encarecer 30 cêntimos se o teor de açúcar for acima daquele valor (aumentos que já incluem o IVA).

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Diário As Beiras - 01 de Fevereiro de 2017


01.Fevereiro.2017

Une fac condamnée pour avoir intoxiqué par erreur deux étudiants avec du café trop corsé

AdTech Ad

Par Aude Bariéty
 

Alex et Luke devaient boire l’équivalent de 3 tasses de café... Ils en ont finalement ingéré cent fois plus.
Crédits photo: Africa Studio
 
La caféine, dangereuse pour la santé? Alex Rossetto et Luke Parkin l’ont appris à leur insu... et à leurs dépens. Le 23 mars 2015, ces deux étudiants de la Northumbria University (Nord-Est de l’Angleterre) se portent volontaires pour une expérience scientifique visant à mesurer les effets de la caféine au cours d’un effort physique. 

Mais en calculant la dose à administrer aux deux jeunes hommes, une virgule décimale est placée au mauvais endroit, raconte The Chronicle Live. Au lieu d’ingurgiter 0,3 grammes de caféine, Alex et Luke en absorbent 30, dissous dans de l’eau et du jus d’orange... Soit l’équivalent de 300 tasses de café et non pas de 3 tasses comme prévu à l’origine.

Quelques minutes plus tard, les deux étudiants se mettent à souffrir d’importants effets secondaires: vertiges, spasmes, vomissements, troubles de la vision, accélération du rythme caradiaque... Admis en urgence à l’hôpital, ils oscillent entre la vie et la mort. Alex et Luke finissent par se rétablir complètement et reprennent leurs études, non sans avoir perdu respectivement 12 et 10 kilos et avoir dû arrêter le sport pendant plusieurs mois.

«Ils auraient pu mourir»

Mercredi 25 janvier, la Northumbria University a été condamnée à verser aux deux vingtenaires la somme de 400.000 livres [soit environ 467.000 euros, NDLR]. «Les sommes ingérées étaient potentiellement fatales», a insisté le juge, qui s’est néanmoins déclaré «entièrement satisfait» de la façon dont l’établissement avait géré les suites de cette affaire.

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Max Schrems : «Les gens n'ont pas le temps de protéger leur vie privée sur Internet»




TECH & WEB  »  Tech & Web

Par
Crédits photo: europe-v-facebook.org


Max Schrems n'est pas un étudiant comme les autres. Ce doctorant autrichien a porté plainte en 2011 contre Facebook pour conservation abusive de données sur ses utilisateurs. Cette procédure a mené à l'invalidation du Safe Harbor, l'accord qui régissait les échanges de données entre l'Europe et les États-Unis, et un débat mondial sur la surveillance des activités en ligne par le gouvernement américain. Son remplaçant, le Privacy Shield, est déjà attaqué par plusieurs organisations de défense de la vie privée. Son application est aussi menacée par Donald Trump, nouveau président des États-Unis, qui réclame une surveillance accrue des non-citoyens américains en ligne. De son côté, Max Schrems mène un nouveau combat contre Facebook pour faire reconnaître une forme de plainte collective au niveau européen. Sa demande doit bientôt être examinée par la Cour européenne de justice. Le Figaro l'a rencontré pour discuter de cette actualité chargée.

LE FIGARO .- Vous estimez que le Privacy Shield n'apporte presque aucune amélioration au Safe Harbor. Pourquoi?

MAX SCHREMS. - Pour moi le Privacy Shield est plus ou moins comme le Safe Harbor, avec quelques ajouts en plus. Le Safe Harbor a été invalidé par la Cour de Justice européenne, car on ne contrôlait pas suffisamment les garanties offertes par les États-Unis pour protéger nos données. Le Privacy Shield se contente d'affirmer que ces protections sont équivalentes à celles en vigueur en Europe. C'est comme si un prof donnait une mauvaise note à l'un de ses élèves et qu'il se contentait d'ajouter trois lignes à son devoir! C'est pour cette raison que je pense que le Privacy Shield est susceptible d'être attaqué en justice, ou par les autorités de défense des données.

Vous pensez que votre combat n'a servi à rien?

Pas du tout. J'étais déçu que la Commission européenne n'exploite pas davantage le jugement. Ils ont abandonné l'idée de faire plier les États-Unis, alors qu'ils auraient dû aller bien plus loin. Le gouvernement américain a fait pression sur l'Europe. Obtenir des contrats intéressants pour les constructeurs automobiles est plus important que le Privacy Shield. Nous aurions pu attendre un peu plus, laisser les autorités de protection des données faire leur travail. Ce n'est pas comme si Internet risquait d'exploser en deux jours! Mais je suis très heureux du jugement en soi. Il pose les bases pour limiter la surveillance de n'importe quel État. Cette décision ne s'applique pas qu'aux États-Unis.

Est-ce que vous comptez attaquer le Privacy Shield?

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Commission: Russian propaganda focused on denigrating Merkel


Jakub Kalensky, a member of the European External Action Service task force assigned with studying Russian propaganda, described one important tactic as being to divide EU public opinion by denigrating a concrete person, a state, or a specific political party.
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EU campaign to counter Russian propaganda asks MEPs for help

The head of the EU’s five-month-old project to counter Russian propaganda online is appealing to MEPs for help to spread information about the EU.
 
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Lately, the target of these attacks was mostly Angela Merkel, he said. In terms of denigrating a particular state, the main target was Ukraine. The main target was previously the US, but the situation has changed since the election of Donald Trump, he explained.

A research paper was circulated at the event by America’s International Republican Institute, showing that in the Visegrad countries, even mainstream media portray Merkel as a loser.

Another Russian propaganda tactic was to spread as many contradictory versions of events as possible, he said. This concerned cases which might potentially have a negative impact on the Kremlin’s reputation, such as the downing of the Malaysia Airline MH17 flight, Boris Nemtsov’s assassination, or the recent bombing of a Syrian humanitarian convoy.

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CMVM: Informação falsa para captar investimento passa a ser crime


Mercados

por: Paulo Moutinho
31-01-2017

No âmbito da revisão do regime sancionatório dos valores mobiliários, há uma alteração feita à luz de casos recentes. A venda de produtos com base em informação falsa passa a ser crime de mercado. 


A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) vai ter mais poder de fogo. O Governo avançou com a revisão do regime de sanções que vigora há cerca de 25 anos, introduzindo, entre outros, o crime de “uso de informação falsa ou enganosa na captação de investimento”, que procura evitar a repetição de eventos recentes, como foi o caso do BES.

“Casos recentes ocorridos no sistema financeiro português, alguns relacionados com a prática de ilícitos, além de evidenciarem falhas na supervisão e regulação financeiras, provocaram sérios prejuízos diretos e indiretos para a economia nacional, para as finanças públicas e, sobretudo, para os portugueses”, diz o Governo. Por isso, é feita uma revisão do regime de sanções através, em parte, da transposição de diretivas europeias.

O destaque nesta revisão do regime sancionatório dos valores mobiliários vai para a introdução do crime de uso de informação falsa ou enganosa na captação de investimento, situação verificada já em várias ocasiões, mas que ganhou maior destaque no caso dos investidores do BES, nomeadamente os detentores de papel comercial vendido aos balcões do banco.

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