[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

UE: 5 pays veulent "une nouvelle stratégie industrielle"


ECONOMIE  »  Flash Eco

Par
Les ministres en charge de l'Industrie de cinq pays européens appellent la Commission européenne à présenter "une nouvelle stratégie industrielle européenne", en réclamant une politique industrielle "plus ambitieuse" et "replacée au coeur de l'action" de l'UE. L'Union européenne "n'a pas su protéger (...) durablement" son industrie "contre des pratiques commerciales parfois injustes, ni lui consacrer les investissements nécessaires" face à ses concurrents, affirment ces ministres dans une tribune commune publiée lundi dans le quotidien économique français Les Echos.

"Nous appelons la Commission à proposer aux Etats membres une nouvelle stratégie industrielle européenne", écrivent les ministres Carlo Calenda (Italie), Begoña Cisteto-Blanco (Espagne), Jerzy Kwiecinsky (Pologne), Matthias Machnig (Allemagne) et Christophe Sirugue (France). "Le recul de l'industrie s'est traduit par une montée du chômage" et "la dévitalisation de territoires entiers", soulignent les signataires, en rappelant que l'industrie emploie 34 millions de personnes en Europe.
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Para poupar bem é preciso começar cedo. Pelo menos, antes dos 30


Bruno Mourão


 

Guardar dinheiro no fim do mês nem sempre é fácil, mas é preciso fazer um esforço extra se quer começar um pé de meia interessante.


Economia
Dicas
© iStock
Os jovens não têm vida fácil hoje em dia. Apesar de algumas novas oportunidades disponíveis no mercado laboral, o desemprego e a emigração continuam a ser uma dura realidade para grande parte dos portugueses com menos de 30 anos; os salários são modestos e a capacidade de poupar é ainda mais reduzida.

Por isto mesmo, começar uma poupança para o futuro não é fácil e há uma procura constante por metas atingíveis que permitam perceber se o caminho seguido é o correto.

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Aprovado investimento de 37,4 milhões de euros em novos medicamentos

 

A minuta do contrato de investimento de 37,4 milhões de euros da Bial para desenvolver novos medicamentos nas áreas dos sistemas nervoso central e cardiovascular foi hoje aprovada e publicada em Diário da República.


Economia
 Bial 
© Reuters

"Considera-se que o projeto reúne as condições necessárias à concessão de incentivos financeiros previstos para os grandes projetos de investimento", afirma o ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, no despacho hoje publicado.

O Governo considerou que o investimento de 37,4 milhões de euros da Bial vai contribuir para gerar novas oportunidades de emprego, através da criação, até ao final de 2019, de 11 postos de trabalho diretos e permanentes, bem como a manutenção dos atuais 269 postos.

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Diário da República de 2017-02-27




Assembleia da República
Recomenda ao Governo urgência no desassoreamento e regulação dos caudais da ria de Aveiro

Assembleia da República
Deslocação do Presidente da República à Bélgica

Negócios Estrangeiros
Fixa as remunerações dos trabalhadores recrutados para exercer funções nos serviços periféricos externos do Ministério dos Negócios Estrangeiros no Panamá, no Cazaquistão e na Guiné Equatorial

Finanças e Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural
Portaria que fixa as taxas devidas pelos serviços prestados e encargos associados referentes às áreas dos pedidos relativos a limites máximos de resíduos, da colocação no mercado de produtos fitofarmacêuticos e adjuvantes, e da distribuição, venda e aplicação de produtos fitofarmacêuticos para uso profissional

Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural
Estabelece as reduções a aplicar pelo incumprimento da obrigação da declaração da totalidade da superfície da exploração a que se refere o n.º 1 do artigo 72.º do Regulamento (UE) n.º 1306/2013, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de dezembro

Região Autónoma dos Açores - Assembleia Legislativa
Orçamento da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores para o Ano de 2017

Há 17 anos que os consumidores em Portugal não estavam tão otimistas

Indicador tem ganho uma tendência de aumento desde 2013, mas há 17 anos que os consumidores em Portugal não estavam tão confiantes em relação à economia.

Foto cedida
Foto cedida
 
A confiança dos consumidores em Portugal subiu entre setembro de 2016 e fevereiro deste ano para o valor mais alto desde março de 2000, de acordo com os dados divulgados esta segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE). O indicador de confiança retoma, assim, a trajetória positiva observada desde o início de 2013 

“O indicador de clima económico aumentou nos últimos dois meses, após ter diminuído em novembro e dezembro”, explica o relatório do INE. “Em fevereiro, os indicadores de confiança aumentaram na Construção e Obras Públicas, no Comércio e nos Serviços, tendo estabilizado na Indústria Transformadora”.
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Aluguer de Veículo

 
 
  
Centro Europeu do Consumidor   PORTUGAL

20-02-2017
 
Pretende alugar um automóvel? 
 
Leia as seguintes recomendações da rede CEC e evite custos adicionais
 
aluguer de veiculo

- Não aceite ser coagido. Se se sentir pressionado a aceitar uma cláusula ou termo que lhe pareça injusto, contrate outra empresa.

- Se estiver numa situação em que necessite do veículo imediatamente, pague o valor adicional solicitado mas faça-o sob reserva de requerer o reembolso do mesmo. Solicite o nome do empregado que o atendeu e registe-o. Envie a sua reclamação de imediato para a sede da empresa, através de correio eletrónico para demonstrar que discordou com a referida cobrança desde o início. Em alternativa, em alguns países, existe livro de reclamações. Peça-o para preenchimento da reclamação.

- Se não obtiver resposta favorável à sua reclamação, contacte o banco emissor do seu cartão de crédito e solicite o reembolso (chargeback). É mais provável obter um reembolso pela via do cartão de crédito no caso de conseguir provar que foi coagido a pagar. Adicionalmente, informe a entidade emissora do cartão de crédito sobre a decisão da Autoridade da Concorrência Italiana.

- Esteja atento ao registo dos danos pré-existentes no veículo. Deverá exigir que todos sejam registados na folha de vistoria ao veículo que o funcionário da empresa elaborar, incluindo pequenos riscos na pintura ou nos vidros da viatura. Tire algumas fotografias do estado da viatura no momento em que a mesma lhe for entregue e igualmente no final do contrato. As mesmas poderão servir de prova, na eventualidade de a empresa alegar que provocou algum dano no veículo durante o período do contrato.

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Brexit churns unease for Britain’s speciality cheese

Dozens of Britain's signature foods and drinks are expected to lose their special EU status with Brexit. [Tony Hall / Flickr]
It has been two decades since Martell gained European Union protected status for his premium cheese, meaning it can only be made according to a pre-defined recipe and in a specific location.

Britain’s impending EU exit puts that status at risk.

“The reason I did it was because people were starting to make the cheese outside the county, and I thought: ‘Clear off! It’s not your cheese, go away’,” Martell told AFP, surrounded by his black brown Gloucester cows in the rural county of Gloucestershire on an icy February day.

Dozens of Britain’s signature foods and drinks are expected to lose their special EU status with Brexit, leaving producers like Martell facing uncertainty over how to protect their businesses.

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Governo cria Julgado de Paz do Oeste

O Governo aprovou em Conselho de Ministros a criação do Julgado de Paz do Oeste, para os cidadãos resolverem pequenos litígios judiciais sem recorrerem aos tribunais.

JusNet 210/2017

O Julgado de Paz vai ter sede no Bombarral e vai dispor de delegações em cada um dos municípios de Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Óbidos, Peniche, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras, abrangendo 360 mil habitantes, refere o comunicado do Conselho de Ministros.

Os Julgados de Paz são instâncias alternativas na resolução de litígios que tornam mais rápido, barato e eficaz o acesso à justiça, permitindo aos cidadãos resolver litígios sem recorrer aos tribunais e sem terem de se deslocar.

O presidente da Câmara do Bombarral, José Manuel Vieira, apontou para abril ou maio a abertura do Julgado de Paz, após obras de adequação das instalações e formação de funcionários.

Em 2014, a Comunidade Intermunicipal do Oeste propôs a criação de Julgados de Paz na região, onde na altura estava previsto encerrar tribunais, entretanto reabertos no início deste ano.

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(fonte: Lusa)

Dez porções de fruta e legumes por dia capazes de salvar milhões de vidas

Investigação

por: Carla Marina Mendes
 24.02.2017

 Foto: DR
A ingestão de dez porções de fruta e legumes por dia podem salvar 7,8 milhões de mortes prematuras todos os anos e reduzir o risco de cancro, AVC e mais.

Cinco peças de fruta e legumes por dia é a recomendação para uma vida que se quer saudável. Ou se calhar o melhor é dizermos que era. Isto porque uma nova investigação, levada a cabo por investigadores do Imperial College de Londres, revela que se em vez de cinco fosse dez poderiam salvar-se milhões de vidas agora perdidas de forma prematura.

Ataques cardíacos, acidentes vascular cerebrais (AVC) ou cancros são algumas das doenças que o aumento da ingestão de fruta e legumes seria capaz de travar, avança o estudo, que olhou para 95 trabalhos realizados anteriormente sobre o tema, com mais de dois milhões de pessoas, para chegar a esta conclusão.

É um facto que as cinco porções até aqui recomendadas ajudam a melhorar a saúde e a reduzir o risco de doença. Mas o benefício seria maior se o consumo chegasse às 800 gramas diárias, o que equivale a qualquer coisa como oito porções (isto se cada uma pesar cerca de 80g).
 
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Crédito à habitação. Bancos e mediadoras acreditam em nova subida este ano



por: Sónia Peres Pinto
26/02/2017
 
 
Mas apesar do otimismo admitem que não deverá atingir níveis recorde tal como aconteceu em 2016.


O crédito à habitação vai voltar a subir este ano. A opinião é unânime junto dos bancos e das mediadoras, mas reconhecem que o aumento será mais moderado e não deverá atingir níveis recorde, ao contrário do que se verificou em 2016.

De acordo com os últimos dados divulgados pelo Banco de Portugal (BdP), os bancos disponibilizaram 5790 milhões de euros em crédito à habitação no ano passado, o que representou um crescimento de 44,28% face aos 4013 milhões de euros registados em 2015. Trata-se do valor mais elevado desde 2010, imediatamente antes do desencadear da crise financeira. Nesse ano, os bancos tinham concedido mais de dez mil milhões de euros em crédito à habitação.
 
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ACÓRDÃO DO TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE ÉVORA





 DECISÃO: ACÓRDÃO

PROVENIÊNCIA: TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE ÉVORA

http://www.dgsi.pt/icons/ecblank.gifRELATOR: MÁRIO SERRANO

http://www.dgsi.pt/icons/ecblank.gifDATA: 26-01-2017
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SUMÁRIO:

Impõe-se que o conceito de credor do artº 53º do NCPC deva ser interpretado cum grano salis: ainda será credor o beneficiário indirecto de uma prestação devida, ou seja: ainda será credor, em sentido que a norma comporta, quem com o pagamento por outrem em benefício de terceiro fica desonerado do correspondente pagamento por si próprio a esse mesmo terceiro.

De una vez por todas: cómo repartir los hidratos, proteínas y grasas a lo largo del día


BUENAVIDA

27 FEB 2017
NUTRICIÓN  »

Distintos expertos en nutrición construyen la guía definitiva para saber qué hay que comer en cada momento de la jornada




"Desayuna como un rey, almuerza como un príncipe y cena como un mendigo". Este es uno de los dichos del refranero español que nos dictan cómo tenemos que repartir la comida a lo largo del día. Otro: "De grandes cenas están las sepulturas llenas". Estas recomendaciones de la cultura popular nos dejan clara una tendencia a optar por cenas frugales, desayunos copiosos y almuerzos equilibrados. ¿Tiene algún sentido que el modo en que nos alimentamos dependa de la hora del día?

Juan Antonio Madrid, catedrático de Fisiología y director del laboratorio de Cronobiología de la Universidad de Murcia, una disciplina que entronca con la fisiología, la endocrinología y la medicina, asegura que sí: “No solo es importante controlar la cantidad y el tipo de alimento que ingerimos, sino también cuándo lo ingerimos. El momento del día o de la noche en el que nos alimentamos influirá en cómo vamos a aprovechar y metabolizar el alimento. Por un lado el apetito cambia a lo largo del día y la noche, de acuerdo con nuestros ritmos circadianos, determinados principalmente por factores externos como la luz solar, pero por otro, la ingestión de alimento a horas inadecuadas, puede alterar el funcionamiento de nuestro relojes biológicos".

“Estos ritmos son progresivos, no es darle a un botón”, matiza Rubén Bravo, experto en nutrición y portavoz del Instituto Médico Europeo de la Obesidad (IMEO), adelantándose a una de las críticas más habituales que se realizan a esta corriente de la nutrición. "Nuestro cuerpo no se reinicia a una hora en concreto convirtiendo, por ejemplo, todos los carbohidratos no utilizados en grasa". De hecho, a este respecto el dietista-nutricionista Aitor Sánchez cuenta en su libro Mi dieta cojea (Paidós): "Los hidratos de la cena repondrán el glucógeno gastado durante el día en nuestra actividad cotidiana. Es así, siempre y cuando hayamos practicado algo de actividad física durante el día y no lo hayamos repuesto en otras comidas. [...] Si tomamos un exceso de hidratos con las reservas medio llenas, guardaremos el exceso en grasa, independientemente de que sea por la noche o no".

“Todas las comidas deben tener un poco de proteína, un poco de carbohidratos y un poco de grasa, lo que cambian son los porcentajes”, asegura Bravo. Para Madrid, “queda aún mucho por estudiar en relación con la cronobiología de los diferentes nutrientes”, pero mientras tanto, expertos en nutrición nos dan algunas pistas sobre cómo combinar los alimentos en esos momentos del día en los que nos preguntamos: ¿y a esta hora, qué como?

Desayuno: priorice los hidratos integrales

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Sanciones débiles contra los abusos


NEGOCIOS

La capacidad del Estado para garantizar la protección de los ciudadanos ante los fraudes corporativos es muy limitada


El Banco de España dio la razón, en 2015, a 6.000 ciudadanos que clamaron contra las malas prácticas de comercialización en el sector financiero, ya fuese por cláusulas suelo, préstamos, depósitos o medios de pago. De poco les sirvió, porque los dictámenes del organismo no son vinculantes. De hecho, las empresas suelen hacer caso omiso a las resoluciones del supervisor aunque el cliente tenga razón.
La firma de hipotecas ha generado una gran controversia.
Este es solo un ejemplo de la poca capacidad que tienen las instituciones cuando se trata de defender a los ciudadanos. La Agencia Española de Consumo tampoco puede imponer sanciones, ya que son las Comunidades Autónomas las que tienen competencias en defensa del usuario. El pasado 8 de febrero, el PSOE anunció que impondrá condiciones a la reforma de los organismos supervisores que está diseñando el Gobierno. Uno de esos requisitos es que la agencia de protección de los consumidores financieros tenga muchos más poderes, entre ellos el sancionador. Pero hasta que termine la tramitación parlamentaria no se sabrá el último capítulo de esta historia.

Dispersión de fuerza

Es cierto que la Comisión Nacional del Mercado de Valores ha impuesto multas por malas prácticas a la banca, pero no ha hecho una fiscalización rigurosa en casos como los de las preferentes o la salida a Bolsa de Bankia. Al final, la ineficiencia de estos mecanismos desemboca en los juzgados, creando un cuello de botella gigantesco.“Además, cada Comunidad Autónoma hace lo que puede o lo que quiere, pero de forma poco contundente. Ante fraudes masivos la potestad sancionadora debería tenerla el Estado a través de una agencia exclusiva que trabajase con las autonomías”, cree Rubén Sánchez, de Facua.

A eso se une que las acciones colectivas, que solo pueden presentar las asociaciones de consumidores, tienen a veces escaso recorrido. “El descrétido de los servicios de reclamaciones ha sido creciente. Creo que en parte tiene que ver con que el BCE es el que manda en los bancos centrales nacionales, y las empresas les han perdido el respeto” piensa Manuel Pardos, presidente de Adicae. “Ni el ministerio de Justicia ni los jueces apoyan los cambios necesarios para que las demandas colectivas funcionen”.
 
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