[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Las incógnitas por resolver del coche autónomo

Las marcas de automoción y muchas empresas tecnológicas se han puesto como objetivo hacer del coche autoconducido una realidad durante la próxima década. Antes de que llegue deberán resolver un buen puñado de incógnitas, no solo de tipo técnico sino también legales, éticas o prácticas, en las que ya trabajan de forma conjunta con expertos independientes e instituciones como la Dirección General de Tráfico (DGT).

Con objeto de debatir sobre estas dudas y mostrar los últimos avances en conducción aútonoma, el grupo PSA, al que pertenecen Peugeot, Citroën, DS y Opel, organizó la semana pasada en París las jornadas Innovation Days. En ellas permitió a un grupo de periodistas y ciudadanos de a pie probar varios prototipos capaces ya de circular autónomamente por autovías, y preguntar a los expertos del grupo sobre los retos supone su llegada.
En plena resaca por el virus Petya, que afectó el martes pasado a centenares de empresas de todo el mundo, preocupa especialmente su capacidad de resistir un ataque cibernético. Desde hace años se tiene constancia de coches hackeados, pero estos ataques han sido aislados y solo han afectado -con pocas excepciones- a sistemas no vitales, como la radio o la climatización. Sin embargo, cuando haya decenas de vehículos fabricados en serie en el que todo, desde la dirección hasta los frenos, se controla de manera electrónica, un virus podría tener efectos verdaderamente devastadores. Ler mais (...)

Infarmed alerta que valproato na gravidez pode provocar malformações

O Infarmed recomenda cautela na utilização de valproato/ácido valproico durante a gravidez, devido ao risco de “malformações graves nos bebés” e de consequências prejudiciais ao seu desenvolvimento associados a estes medicamentos. 

Em comunicado, o Infarmed – Autoridade Nacional do Medicamento adianta que publicou uma nova infografia informativa no seu portal na Internet dedicada a estes medicamentos, que se destinam a tratar epilepsia, doença bipolar e a prevenir enxaquecas.
“Os benefícios destes medicamentos superam os riscos, mas a sua utilização durante uma gravidez deve ser avaliada com cautela e celeridade, porque estas substâncias podem causar malformações graves nos bebés e afetar o seu desenvolvimento”, alerta o Infarmed. Ler mais (...)

Ordem acusa DGS de ter pessoas ligadas a associações anti-vacinas

A Ordem dos Médicos acusa a Direção-geral da Saúde de ter a trabalhar pessoas ligadas a associações que são contra a vacinação quando este organismo tem a obrigação de defender a saúde pública e de recomendar fortemente as vacinas. A DGS já respondeu à acusação, afirmando que esta "não tem qualquer fundamento".
O bastonário Miguel Guimarães defende, aliás, que o Governo já devia ter apresentado queixa no Ministério Público contra associações que fazem publicidade contrária às vacinas, não compreendendo que a Direção-geral da Saúde (DGS) albergue pessoas que pertencem a instituições daquelas. Ler mais (...)

21st century public transport: People with disabilities face discrimination

The European Accessibility Act, the proposed law that would make products and services in the EU more accessible for persons with disabilities, is a unique opportunity for Europe, writes Catherine Naughton.
Catherine Naughton is the director of the European Disability Forum, an umbrella NGO representing some 80 million people with disabilities across Europe.
Not only will it give EU businesses the chance to take the lead on the world market for accessible products and services. It will also and more importantly start to pave the way for all EU citizens to participate in society on an equal basis with others.
The proposal of the European Commission does not bring up something unreasonable or even anything particularly new, it is rather a means to implement the United Nations Convention on the Rights of Persons with Disabilities that the EU and all its members states – except  Ireland – have already ratified. (...)

ASAE APREENDE LEITE CRU COM ÁGUA OXIGENADA



A ASAE, em articulação com a Unidade Regional do Centro, realizou ações de fiscalização junto de várias explorações pecuárias e apreendeu 830 litros de leite cru e 40 litros de água oxigenada, num valor que ronda os 800 euros. Análises ao leite transportado revelaram a adição de água oxigenada, que, pela temperatura medida aquando das inspeções, estava a ser utilizada para ocultar a má qualidade higiénica do leite em vez da utilização de refrigeração. O objetivo era verificar as condições de armazenamento e transporte de leite cru com destino a unidades industriais de fabrico de queijo, de maneira a garantir a segurança alimentar. Em comunicado divulgado ontem, a ASAE refere que as investigações decorreram nos últimos dois meses e que foram dirigidas a diversos produtores. Iniciaram-se com a deteção de uma viatura para transporte de leite sem qualquer sistema de refrigeração, tendo sido instaurado um processo crime.

(Diário AS BEIRAS, edição de 30 de Junho de 2017)

"(I)QUÍVOCOS"



INFORMAÇÃO SÉRIA, RIGOROSA, OBJECTIVA E ADEQUADA – eis o que se exige elementarmente de quem presta informação aos consumidores

Surgiu numa últimas das edições de um diário regional um artigo, disfarçado de carta aos leitores, emanado de uma pretensa associação de consumidores acerca das vendas agressivas.
Nele se diz que o diploma aplicável às hipóteses ali patenteadas é o “DL 143/2001, de 26 de Abril (na sua redacção actual)”.

O facto é que esse diploma  foi, há mais de 3 anos, revogado expressamente por um outro – o DL 24/2014, de 14 de Fevereiro –, em cujo artigo 34 se dispõe de modo claro:

Artigo 34.º
Norma revogatória

É revogado o Decreto-Lei n.º 143/2001, de 26 de Abril, alterado pelo Decretos-Leis n.ºs 57/2008, de 26 de Março, 82/2008, de 20 de Maio, e 317/2009, de 30 de Outubro.”

Já não é a primeira vez que essa gente aparece, noutros meios, a dizer “grossa asneira”. Às vezes com grave prejuízo para quem neles acredita e cuja opinião invoca ao reivindicar direitos.

Importante seria que cuidassem da forma como publicamente se exprimem para não iludir os que (ainda) acreditam na “bondade” das soluções que propugnam...

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Pour la Cnil, Windows 10 ne met plus en danger la vie privée des Français


Tech & Web

Par  Lucie Ronfaut
Pour la Cnil, Windows 10 ne met plus en danger la vie privée des Français
L'autorité de protection des données personnelles en France avait adressé une mise en demeure à Microsoft l'an dernier. Elle estime que l'entreprise a répondu à ses demandes.

La Commossion Nationale de L’informatique et des Libertés a annoncé jeudi la clôture de sa procédure contre Microsoft.
Drew Angerer/AFP


Windows 10 n'est plus un danger pour la vie privée des Français. La Commission nationale de l'informatique et des libertés (Cnil) a annoncé jeudi la clôture de sa procédure à l'encontre de Microsoft. Elle reprochait au géant américain une collecte excessive des données personnelles des utilisateurs de son système d'exploitation le plus récent, Windows 10. Onze mois après avoir prononcé une mise en demeure contre l'entreprise, la Cnil estime finalement qu'elle s'est mise en conformité avec la loi française. «La société a pris des mesures afin de se mettre en conformité avec les injonctions de la mise en demeure», précise-t-elle dans un communiqué. «[Cette réponse] a permis de considérer que les manquements avaient cessé.»

Une affaire très médiatique

Lors de la sortie de Windows 10, en 2015, plusieurs médias et utilisateurs avaient dénoncé une collecte des données peu claire et difficilement contrôlable. En France, Marine Le Pen s'était même emparée du sujet, adressant une lettre ouverte à la Cnil dans laquelle elle critiquait «l'espionnage généralisé des ordinateurs des Français». L'autorité de protection des données avait enquêté pendant trois mois. Le bilan n'était pas reluisant. Selon la Cnil, Microsoft permettait «à des applications Windows et des applications tierces de suivre la navigation des utilisateurs et de leur proposer des publicités ciblées sans que le consentement des utilisateurs n'ait été recueilli.» Le géant américain de l'informatique s'était aussi vu reprocher sa collecte «excessive» de données de diagnostic et d'utilisation de Windows. La Cnil regrettait enfin un système de mot de passe trop faible, permettant de protéger son ordinateur avec seulement une combinaison de quatre chiffres. Elle avait fait le choix de rendre publique cette mise en demeure, au vu de la «gravité» des manquements constatés et du large nombre de personnes concernées.
(...)

Fisco devolve dinheiro a madeirense multado em portagens onde não passou

 

Notícias ao Minuto 

por: Anabela de Sousa Dantas

 29-06-2017

 

Caso de empresário madeirense foi noticiado pela imprensa nacional e, agora, está resolvido, sendo este ressarcido pelas multas indevidamente cobradas.

Fisco devolve dinheiro a madeirense multado em portagens onde não passou
O caso de Severiano Fernandes foi amplamente noticiado no mês passado e parece ter agora, finalmente, chegado a bom porto.

O empresário madeirense estava obrigado a pagar uma multa superior a 200 euros por falhar o pagamento de portagens no Porto, mas nas quais nunca passou. Aliás, o seu carro esteve sempre na Madeira.
(...)

Só dois doentes conseguiram autorização para se tratarem noutro país da UE

 
por:



Quase três anos depois de entrar em vigor em Portugal a directiva de cuidados de saúde transfronteiriços, cinco pedidos de reembolso e dois pedidos de autorização prévia foram negados.

Foto:  MARIA JOãO GALA

A lei diz que um doente que não consiga ser tratado em tempo útil em Portugal pode ir a outro país da União Europeia (UE) e ser mais tarde reembolsado. Mas, desde que essa possibilidade existe, só dois doentes portugueses conseguiram autorização prévia para se irem tratar ao estrangeiro. Entre 2014 e 2016, foram recusados cinco pedidos de reembolso e dois pedidos de autorização prévia para tratamentos de saúde programados noutro país da UE. Apenas dois pedidos de autorização prévia foram aprovados pelas autoridades portuguesas, não sendo ainda conhecido o desfecho destes casos – que deverá culminar com o reembolso dos pacientes.