Por lei tem de ser o operador, neste caso a EDP
Distribuição, a cortar ou a repor a eletricidade. Autarquia decidiu avançar
para o corte da luz sem obedecer à lei nem a regras de segurança.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo, através
da VianaPolis, cortou a luz do Prédio Coutinho, à revelia da EDP, deixando todo
o edifício de 13 andares sem eletricidade. Com esta decisão, a autarquia violou
a lei, já que cabe à EDP Distribuição – operadora da rede – ligar e desligar a
luz por questões de segurança. O i sabe que as equipas da EDP não foram
contactadas nem tiveram conhecimento do sucedido.
Há uma semana e meia, os responsáveis políticos e
administradores da Câmara Municipal de Viana do Castelo e da VianaPolis
assumiram o despejo de cerca de uma dezena de moradores do Edifício Jardim
(Prédio Coutinho), no centro da cidade capital do Alto Minho, mobilizando um
contingente da PSP que se manteve dia e noite a impedir a entrada dos
moradores, com a colaboração de uma empresa de segurança. Mas o i sabe que,
afinal, não haveria um título executivo que permitisse à autarquia vianense e à
empresa pública/municipal ter poderes jurídicos para praticar os autos que
cometeu, como corte de luz, de água e de gás. Ler + (...)















